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O Retorno de Gilmore Girls – e mais, entenda o que causou o cancelamento da série.


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Jurassic World vs. Exterminador do Futuro – Qual filme ganha em “empoderamento feminino”?


06.21.2016
Jurassic World vs. Exterminador do Futuro – Qual filme ganha em “empoderamento feminino”?
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De acordo com o site Publish News, o livro Como Eu Era Antes de Você da autora britânica Jojo Moyes está em 1º lugar na lista dos livros mais vendidos no Brasil (fato que se repete há alguns meses já). Mas o que há por trás dessa capa tão singela? E porque um livro tão água com açúcar gerou tanta polêmica? Talvez seja porque o final do livro deixa um gostinho meio amargo na boca… Vejamos, o tema é controverso, afinal estamos falando de suicídio assistido.

Mesmo eu sabendo com antecedência qual seria o desfecho dessa história eu embarquei nela. Como já descrevi nessa resenha, li o livro super-rápido, estava intrigada. Sabia o começo e o fim, mas minha duvida era: será que o fim seria justificado pelo meio?

Particularmente, eu gostei da proposta do livro. Não posso atestar quanto a sua veracidade, pois não tenho nenhuma experiência no assunto, mas ele certamente abriu meus olhos para os desafios que pessoas com deficiência física enfrentam diariamente. Mas o livro é só uma fatia do bolo, não é correto afirmar que ele retrata de forma ampla a realidade de todos deficientes físicos. E é ai que mora o perigo, ao assumir o risco de manter o mesmo final do livro, a “dramédia romântica” gerou bastante revolta nos fãs da autora e também nas pessoas que convivem com a paralisia.

Diante desse fato, busquei a opinião de algumas pessoas a respeito do tema principal do filme, questionando que mensagem eles acreditam que a história de Will passa para o publico em geral. Afinal de contas, o filme faz apologia ao suicídio assistido? Romantiza a morte ou apenas traz a experiência de um personagem que não soube lidar com a sua atual condição?

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Quanto a minha resposta a pergunta que fiz a essas pessoas: Eu não sei que tipo de mensagem o livro/filme irá passar para o publico em geral, e para as pessoas com deficiência física, mas o que eu gostaria que eles extraíssem do filme é que suas vidas são importantes! Quando alguém diz que gostou do livro/filme, ela não está necessariamente dizendo que concordou com a decisão do Will, e é exatamente isso que muitos estão deixando passar, a história de Will e Lou não é uma apologia ao suicídio assistido, a revolta que fica quando os créditos sobem ou as ultimas páginas viram é a mensagem principal. Se você não gostou do final, é porque você sabe que uma deficiência ou doença congênita não é necessariamente o fim, e que todos os obstáculos podem ser superados com o amor e o apoio daqueles que amamos. É impossível concordarmos 100% a respeito de qualquer coisa, então que possamos manter nossas mentes abertas para conversas como essa, que nos fazem ir além dos limites do nosso cotidiano.

Segundo dados do IBGE: 6,2% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, e ao contrário do Will, muitas delas não tem condições de pagar pelo tratamento necessário. E através da nossa contribuição nós temos a oportunidade de mostrar o quanto essas vidas são importantes para nós.

Com sorte, toda essa polêmica em torno do filme servirá para quebrar paradigmas a respeito de pessoas com deficiências físicas, e abra a nossa mente para compreendermos melhor outras realidades.

Para mais histórias inspiradoras e informações, visite:

http://www.cantinhodoscadeirantes.com.br/

 https://www.facebook.com/ACADEF/

*Agradeço a todos que gentilmente contribuíram para essa matéria. Muito obrigada!

 

Antes de mais nada quero dizer que não sou, nem tenho a intenção de me tornar uma critica de filmes, sou apenas uma telespectadora que gosta de ir mais além dos créditos finais. Tendo dito isso, prossigamos… Recentemente eu assisti dois filmes de ação, (que devo dizer não é o meu gênero favorito mas que aprecio de vez em quando), ambos os títulos geraram muita expectativa por se tratarem de uma releitura de dois clássicos do cinema: Jurassic World (2015) e Exterminador do Futuro – Gênesis (2015).

O site Rotten Tomatoes conhecido por sua credibilidade e criticas deu aos filmes a seguinte avaliação:

Jurassic World: não pode coincidir com o original por pura criatividade e impacto, mas funciona em seu próprio direito como um entretenimento – e visualmente deslumbrante – suspense de pipoca.

Exterminador do Futuro – Gênesis: atolada em sua mitologia confusa, Terminator: Genisys é uma recauchutagem cambaleante que não tem a profundidade temática, a inteligência conceitual, ou emoções visuais que lançaram esta franquia outrora poderosa.

Segundo o site, Jurassic World foi avaliado com aprovação de 79% superando os 26% recebidos pelo Exterminador do Futuro – Gênesis. Li algumas criticas e as compreendi, em matéria de ação, efeitos e expectativas elas fazem todo o sentido. Mas se levarmos em consideração outros aspectos como roteiro e veracidade, para mim o Exterminador do Futuro ganha disparado.

Em Jurassic World vemos as mulheres mais uma vez retratadas como fúteis e quase inúteis diante de uma ameaça eminente, é bem provável que eu me intimidasse diante de um mega tiranossauro com sede de sangue, mas a vida já nos deu provas suficientes que quando nossa sobrevivência está em perigo somos mais fortes do que se imagina, em Jurassic World também encontramos um roteiro vazio com frases que parecem ter sido tiradas na sorte, sendo que a maioria dos clichês saíam da boca das mulheres.  Claire Dearing, é supostamente uma gerente de operações bem sucedida que gerencia o Park dos dinossauros, logo se imagina que estamos diante de uma mulher imponente e segura de si, mas suas palavras exalam insegurança e duvida. O que em contraste com o original mostra o quanto decaímos no conceito de empoderamento da mulher. Já dizia o velho ditado, “quem muito fala, pouco faz”, nunca antes se falou tanto em empoderamento e pouco se fez a respeito.

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Em Exterminador do Futuro – Gênesis, por outro lado, temos um filme de ação com falas precisas e bem escritas. Temos Sarah Connor, (o centro de uma historia ainda a ser explorada) que no começo é descrita como uma garçonete que carrega o fardo de saber que seu futuro não é muito promissor,  mas que surpreende a todos ao entrar em cena como uma mulher decidida e segura de si, que age quando tem que agir mas que se permite relaxar e baixar a guarda de vez em quando. Que não tem medo de demonstrar vulnerabilidade e sentimentos.

This image released by Paramount Pictures shows Emilia Clarke in a scene from "Terminator: Genisys,î the fifth film in the series created by James Cameron in 1984. (Melinda Sue Gordon/Paramount Pictures via AP)

Image released by Paramount Pictures shows Emilia Clarke in a scene from Terminator: Genisys, created by James Cameron in 1984. (Melinda Sue Gordon/Paramount Pictures via AP)

Para mim foi quase impossível não comparar a forma como esses dois clássicos de ação retrataram a figura da mulher, assim como os diálogos entre as cenas. Eu amo roteiros bem escritos, e cenas bem dirigidas onde nenhuma palavra precisa ser dita para que o filme expresse sua mensagem. Como disse, não sou expert no assunto, mas sou uma admiradora de quem sabe usar essa arte para instigar as pessoas a pensarem além de suas cabeças, e na minha opinião o Exterminador do Futuro – Gênesis soube como fazer isso de forma equilibrada.

Aos críticos de cinema, sei que o filme não atingiu as expectativas dos fãs da saga, e que não foi um sucesso de bilheteria como se esperava, mas acredito que vale a pena apostar na sequencia, pois caso contrario estarão desistindo de um enredo e elenco com muito potencial.

Concordam? Discordam? Deixe seu comentário abaixo! 😉

 

 

Todos sabem que é impossível fazer um bom bolo sem os ingredientes principais como: fermento, ovos e açúcar. Da mesma forma, um bom filme exige uma equipe de primeira! O trio formado por Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e David O. Russel provou que essa combinação de personalidades, experiências e talento pode ser a receita para o sucesso de bilheteria!

Veja os filmes que consagram essa parceria!

Créditos: Claudia Ciuffio, HEA

Créditos: Claudia Ciuffio, HEA

Silver Linings Playbook – O Lado Bom da Vida (2012)

Em Silver Linings Playbook, ou o Lado Bom da Vida como é conhecido no Brasil, Bradley Cooper dá vida ao personagem Pat Solatano, do livro de Matthew Quick que leva o mesmo titulo do filme. Jennifer Lawrence vive uma viúva depressiva que não tem papas na língua. Essa dramática comédia romântica foi indicada a vários prêmios e levou alguns troféus para casa, como o Oscar de Melhor Atriz para Jennifer Lawrence.

Indicações de: Melhor Filme (Bruce Cohen, Donna Gigliotti e Jonathan Gordon), Melhor Ator (Bradley Cooper), Melhor Ator Coadjuvante (Robert De Niro), Melhor Atriz Coadjuvante (Jacki Weaver), Melhor Diretor (David O. Russell), Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Edição (Jay Cassidy e Crispin Struthers) também marcaram a presença do elenco na premiação mais importante do cinema.

A lista de todos os prêmios e  indicações que a obra recebeu é longa! Basta dizer que o filme fez sucesso suficiente para consagrar a carreira de Jennifer Lawrence como a atriz, e garantir a presença da dupla Lawrence e Cooper nos outros dois filmes dirigidos por David O. Russel.

American Hustle – Trapaça (2013)

No filme Trapaça, Cooper interpreta um agente do FBI, Richie DiMaso que conta com a ajuda do vigarista Irving Rosenfeld (Christian Bale) e sua amante (Amy Adams) para desmascarar a máfia de New Jersey. Lawrence desta vez aparece na pele de Rosalyn Rosenfeld, a linda esposa imprudente, de boca grande e imprevisível de Irving, que pode colocar tudo a perder.

O site Rotten Tomatoes deu a produção uma classificação de 93% e descreveu o filme como: “Desenfreadamente engraçado e com um elenco impecável, American Hustle corrige os seus momentos de falhas com uma abordagem energética no enredo e uma direção irrepreensivelmente vibrante de David O. Russell”

O filme, American Hustle como é conhecido nos EUA, recebeu várias indicações ao Oscar, e ao Golden Globe Awards 2014. Ganhou o Golden Globe nas categorias de: Melhor Filme – Comédia ou Musical, Melhor Atriz – Comédia ou Musical (Amy Adams) e Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Lawrence), além disso venceu o Screen Actors Guild Awards 2014 como Melhor Elenco em Cinema, e mais uma vez JLaw foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante.

Garantiu também algumas indicações aos BAFTA, vencendo como Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Lawrence), Melhor Roteiro Original (David O. Russell & Eric Warren Singer) e Melhor Maquiagem e Penteado (Evelyne Noraz, Lori McCoy-Bell, Kathrine Gordon)

Ilustração: Fox Filmes do Brasil

Ilustração: Fox Filmes do Brasil

Joy – Joy: O Nome do Sucesso (2016)

O filme Joy que estreia no Brasil no dia 21 de Janeiro, foi inspirado em uma história real, o longa-metragem mostra a emocionante jornada de Joy Mangano (Jennifer Lawrence) que é ferozmente determinada a manter sua excêntrica e disfuncional família unida. Motivada pela necessidade, engenhosidade e pelo sonho de uma vida, Joy triunfa como a fundadora e matriarca de um bilionário império, transformando sua vida e a de sua família.

Bradley por sua vez, entra na história como o executivo da HSN (Home Shopping Network) que abriu as portas para Joy mostrar seu produto ao mundo. David O. Russell faz um ótimo uso do tempo e em poucos minutos destrincha toda a história caótica, cômica e dramática da personagem Joy. O diretor ainda traz uma diversidade cultural as telonas, para ele o filme mostra como é o mundo real, salientando que o sucesso não vem do nada, ele é o resultado de trabalho duro.

“É um tonto, confuso, imprudentemente brilhante conto de fadas sobre auto-capacitação, alimentada pela magia redentora dos filmes”, disse o site britânico The Telegraph, em sua review sobre o filme. O site ainda menciona Jennifer Lawrence e David O. Russell como “uma das maiores alianças de Hollywood de todos os tempos”, parceria essa que já garantiu a Jennifer Lawrence mais um Golden Globe como Melhor Atriz em Comédia ou Musical, no ultimo domingo, 10 de Janeiro.

Enquanto os críticos decidem se o filme é digno das mesmas indicações que os dois filmes anteriores, cabe a nós “leigos” telespectadores absorver o melhor dessa jornada de auto conhecimento, que para mim se resume em:

Tenha um sonho, acredite nele. Lute por ele. Enfrente os obstáculos. Feche os ouvidos para os incrédulos, e siga em frente! Os primeiros passos são sempre os mais difíceis, afinal você não sabe para onde o caminho irá te levar, mas não desista pois o caminho se abre a medida que você avança! O medo e a insegurança entraram nessa jornada com você, mas não se preocupe eles geralmente se perdem no caminho. E acima de tudo, acredite em você mesma, pois ninguém acreditará se você não o fizer.

Trailer do filme:

Publicado originalmente em: http://www.hollywoodeaqui.com/o-trio-fantastico-no-cinema/

Marissa Heart has clearly proven herself to be a multi-talented actress and performer headed for stardom, and that’s just one of the many reasons why she is THAT GIRL. Check out our interview with Heart where she explains what dancing means to her, her views on healthy competition, body image and body-type diversity in dance, and how she connected with her happy and energetic character, Tara, in the movie, Breaking Through, produced by John Legend.

Luana Mattos: The IATG community promotes collaboration over competition; we know that dancing involves a lot of competition – What do you believe dancers could do to encourage healthy competition?

Marissa Heart: I think that dancers should use competition with one another to make themselves better artists and dancers, and to inspire not only themselves, but others as well! Everyone is unique in their own special way!  Competition should never be discouraging; it should be inspiring and motivational.

L.M: We live in a society that is so obsessed with perfection and beauty (especially in the media). What do you think dancers could do to start different conversations about body image and body-type diversity in dance?

M.H: I know in the dance world there are many different body types, and people have so many different opinions.  I think everyone should learn to love themselves and realize that you can make BEAUTY and ART with the body that you have been given. That’s so amazing to me.

L.M: As a dancer you spend hours in front of the mirror. What does your mirror say to you? What’s your #InnerStyle?

M.H: My mirror says to me that I am a confident and unique woman, and that I AM enough. My #InnerStyle would have to be: love the imperfections that you have had insecurities about in the past.

Marissa Heart, image via FlyGirl Photography

Marissa Heart, image via FlyGirl Photography

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A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story” is a documentary following the inspiring story of 26 year old, 58 pound Lizzie. From cyber-bullying victim to anti-bullying activist.

Born with a rare syndrome that prevents her from gaining weight (which doesn’t sound bad), she was first bullied as child in school for looking different and, later online, as a teenager when she discovered a YouTube video labeling her “The world ugliest woman”.

  • However, what they didn’t know was that who they considered “The world’s ugliest woman” was actually “The Bravest.”

The film chronicles unheard stories and details of Lizzie’s physical and emotional journey up to her multi-million viewed TEDx talk, and follows her pursuit from a motivational speaker to Capitol Hill as she lobbies for the First Federal Anti-Bullying Bill.

In her interviews, Lizzie always points out to her mom, Rita Velasquez, as her biggest influence. This strong woman never doubted for a second what her daughter was capable of, she didn’t listen to the doctors when they said that her baby wouldn’t be able to walk, talk, crawl or do anything by herself (and how wrong they were!).

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