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"Do not conform to the pattern of this world, but be transformed by the renewing of your mind." Romans 12:2
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09.14.2016
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07.20.2016
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Jurassic World vs. Exterminador do Futuro – Qual filme ganha em “empoderamento feminino”?


06.21.2016
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O Brasil está enfrentando uma crise política que tem afetado diretamente a economia do país. As expectativas não são boas, os empresários não preveem nenhuma melhora, e o povo? Bem, o povo como sempre padece. Desempregos em massa, impostos altíssimos e uma incerteza que chegou, se instalou e não pretende ir embora tão cedo. E em meio a tudo isso está você, cidadão de bem que trabalhou a vida toda para sustentar sua família e hoje se sente inútil e impotente após receber uma enxurrada de “nãos” desde que ficou desempregado.

Ter um emprego nos dá a sensação de segurança, controle e a tão almejada estabilidade financeira. Embora o trabalho tenha esse efeito sobre nós, nem sempre foi assim. Lá no Éden, no inicio de todas as coisas o trabalho não era o que nos qualificava, o que definia nosso status social, tão pouco o nosso valor como pessoa. A história contada na Bíblia me leva a crer que o primeiro trabalho de Adão foi nomear os animais, “Depois que formou da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, o Senhor Deus os trouxe ao homem para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem desse a cada ser vivo, esse seria o seu nome.” Gênesis 2:19 Algo que hoje seria considerado superficial, mas que foi de tamanha importância para a criação! Quanto tempo Adão levou para executar essa tarefa eu não sei, quantos dias ele e Eva passaram no Éden antes de serem impulsos é uma incógnita, mas uma coisa eu posso afirmar, Deus, o Criador provia o alimento e a necessidade de cada dia, (algo me diz que os frutos do Éden amadureciam a medida que eram comidos, não havia desperdício nem excessos, apenas o necessário).

Após a desobediência que levou Adão e Eva para fora do jardim, um dos castigos consequentes do pecado foi o trabalho, agora Adão e Eva teriam de trabalhar pelo pão de cada dia, “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” Gênesis 3:19 Tudo isso por que? Por que Deus é mal? Rancoroso? Não, porque Adão e Eva mesmo tendo tudo aquilo que precisavam ansiavam por mais –“ciência do bem e do mal”, e nessa busca eles se voltaram contra Deus e seus conselhos, por que depender de Deus quando você pode ser igual a Ele? “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.” Gênesis 3:4,5

A ambição nos trouxe até aqui, a evolução e a tecnologia são os resultados de nossa ambição e busca pelo divino, o quão alto podemos chegar, o quão poderosos podemos ser, o quanto podemos descobrir?

O trabalho era para ser uma bênção, uma atividade que explora nossos conhecimentos, aprimora nossas habilidades e que nos faz crescer, mas como tudo que o inimigo toca (o fruto) o trabalho se tornou uma maldição, uma busca constante por segurança, certeza e estabilidade, Deus queria ser isso nas nossas vidas, mas nós cedemos o lugar dEle ao trabalho. Ele queria ser nosso sustento, mas nós escolhemos suar para comer. Ele queria que soubéssemos que nosso valor não se pode contabilizar, mas ainda assim nós medimos nosso valor de acordo com o nosso contra cheque. E, o que acontece quando já não temos isso para firmar nossa identidade e valor? Nos sentimos fracassados e sem valor!

“O mundo está em crise, mas eu estou em Cristo!”

Essa famosa frase que circula nas redes e nas rodas sociais, é uma prova de que Deus tem cuidado dos seus em meio a crise, Ele tem sustentado aqueles que chegam até Ele com os bolsos vazios, mas com o coração cheio. Eu creio que Deus esteja usando esse tempo de crise para nos mostrar nosso verdadeiro valor e propósito. A crise de fato só existe para aqueles que não aprenderam com Jesus a partilhar o pão, e a confiar no Deus provedor descrito em Mateus 6.

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Deixe Deus ser Deus na sua vida, deixe Ele cuidar de você em todos os detalhes. Pois, Ele, o teu Criador te conhece pelo nome, Ele sabe os teus gostos e desgostos, Ele tem a solução para todos os teus problemas e respostas para todas as tuas perguntas. “Ah, então porque Deus ainda não resolveu a minha vida?”, você deve estar se perguntando(?) Simplesmente porque Ele ainda não teve a sua permissão, você precisa dizer SIM para Jesus, e convidá-lo para morar no seu coração, só assim o Pai poderá fazer o reparos na sua vida, assim como uma casa se limpa de dentro para fora, da mesma forma o Senhor precisa purificá-lo de toda a sujeira que as bagagens do mundo trouxeram para dentro do seu coração. Quer conhecer mais sobre os planos de Deus para sua vida? Assista o vídeo abaixo! 😉

A few weeks ago my Facebook’s timeline was overwhelmed by sweet photos of my friends with their beloved children, that was because of #themotherhoodchallenge, the ‘challenge’ is quite simple, though: One mother nominates another mother to post three pictures that make her “happy to be a mother” or “proud to be a mom” and to tag other people she considers “great mothers” to do the same.

This challenge first started in England in January and even there it raised controversial opinions, because we know that motherhood is more than photoshopped photos of you and your baby, the real challenge can be a lot harder than what people share on social media.

In Brazil, one mom was brave enough to speak up about how motherhood works, or sometimes doesn’t. In a too-length-to-repost-here post she said how hard and painful the pregnancy, labor and breast feeding was for her, not to mention having people around trying to teach her how to be a mother, questioning why she chose a certain name for her child and so on. While the other Facebook users were getting “likes” and sweet comments, this woman got her Facebook account blocked, just because she expressed her opinion.

When I first read it, I didn’t know what to think about at the beginning because I love babies, I love spending time with my goddaughter and I want to have a house full of kids one day, but then I used a little bit of common sense and empathy and tried to put myself in her shoes, moreover in my own mother shoes.

motherhood
What happened to “you’re free to express yourself”? I thought that when Facebook asks “what’s on your mind?” you’re supposed to be honest. I am not a mom; therefore I don’t know what I am talking about, right? Wrong. I may not be a mom yet, but I am an observer, I’ve seen my sister crying more than her newborn because she didn’t know what else to do to make her baby girl stop crying, she was so nervous that her breast milk dried up and she couldn’t breast feed her own baby, that made her feel less of a mother for a while, which isn’t true!

And that’s not a singular case, many women struggle with pregnancy and all the insecurities that motherhood brings. Of course, when you child smiles at you it all pays off, but that doesn’t make it any easier for some women. Maybe this girl’s vent was also a cry for help; maybe she was trying to say “I don’t feel as happy as you all seem to be with motherhood. Does it make me a bad mom?”
Judging other people’s actions and words, unfortunately, has become so natural that we don’t even realize when we are being insensitive!

I know that it wasn’t easy for my mom to have me, she went through a lot of pain until the doctors finally gave up and made a C-section, my mom was really weak after that, she lost four of her front teeth because she was too anemic, and it was even harder when she brought me home and had another toddler, my older sister, also requesting her attention. A few months later she was working on a double shift, barely eating because she couldn’t afford buying food for herself, she had two daughters to feed, a rent to cover and dirty cloth diapers to wash. Maternity wasn’t easy for my mom, but she accepted it anyway. And so did the girl that vented on Facebook, and so do millions of women everywhere.

So, maybe instead of judging this woman that believed she had the right to express herself and be honest, we should appreciate her and the fact that even with all the challenges and struggles she faced, she decided to have this baby, to nurse him, to raise him! And if you have your own mother around, make sure to hug her tight and thank her for all the things she’d done for you that you didn’t know about it.

P.S, THANK YOU, MOM! <3

Adele está mais leve, e eu não estou me referindo a notável perda de peso que a cantora teve nos últimos meses e, sim pelo seu semblante que está mais radiante que nunca!

Adele estourou nas paradas da Billboard com suas canções (Rolling in the Deep e Someone Like You) carregadas de amargura e despeito que logo conquistaram o mundo graças à voz poderosa de sua interprete, e também porque segundo a própria cantora diz, o publico consegue se identificar com as canções, afinal, quem já não teve uma desilusão amorosa?

Seu álbum de estreia, intitulado 19 (idade da cantora na época), teve como destaque os singles “Hometown Glory”, “Chasing Pavements”, “Cold Shoulder” e “Make You Feel My Love”, mas o sucesso mundial veio com seu segundo álbum, 21, fazendo com que Adele recebesse várias menções no Guiness Book, por ser a primeira mulher a ter ao mesmo tempo, dois singles e dois álbuns simultaneamente no Top 5 das paradas britânicas, algo que só a banda The Beatles tinha alcançado em 1964. Também foi a primeira artista a vender mais de 3 milhões de cópias de um álbum em um ano no Reino Unido e depois com o terceiro single do álbum, “Set Fire to the Rain”, Adele se tornou a primeira artista da história a liderar a Billboard 200 consecutivamente três vezes no n.º 1,  superando recordes de artistas como Michael Jackson, Oasis, ‘N Sync, Whitney Houston, Madonna e Beyoncé.

Embora Adele tenha conseguido o êxito de transformar desilusões amorosas em Grammy’s (na mesma noite ela levou 6 troféus para casa, vencendo em todas as categorias as quais foi indicada), a cantora carregava sobre seus ombros o peso de ter suas frustrações amorosas sob o olhar curioso dos paparazzi. Em uma tentativa de se manter sã em meio à loucura eminente de seu sucesso Adele simplesmente sumiu, não das rádios, é claro, que continuavam a tocar seus sucessos, mas sim da mídia, algo que a própria Adele já havia predito, em uma entrevista a revista Vogue ela declarou, “Vou sumir por quatro ou cinco anos, se eu fico constantemente trabalhando, meus relacionamentos falham. Assim, pelo menos aí vou poder ter tempo suficiente para gravar um disco feliz. E ficar apaixonada e ser feliz. E, então, eu não sei o que vou fazer. Vou me casar. Ter filhos. Plantar vegetais em uma horta.” Durante alguns anos não se ouviu falar de Adele, a não ser pela noticia de que ela estava grávida e feliz ao lado de seu namorado. Em 2015, temendo que seu sumiço pudesse ter afetado sua carreira, Adele admitiu sentir-se insegura quanto ao seu regresso, haveria espaço para ela na indústria da musica depois de quase 5 anos?

NY1

Via adele.com

Em outubro do ano passado, Adele usou as redes sociais para anunciar seu terceiro álbum, 25, e para desculpar-se com os fãs por ter desaparecido por tanto tempo.

“Quando eu tinha sete anos, queria ter oito. Quando tinha oito, queria ter 12. Quando completei 12 eu só queria ter 18 anos. Depois disso, parei de querer ficar mais velha. Agora digo que tenho entre 16 a 24 anos só pra ver se acreditam! Parece que passei minha vida toda querendo que ela passasse rápido demais. Sempre desejando que eu estivesse mais velha, desejando estar em outro lugar, desejando que eu pudesse lembrar e desejando que eu pudesse esquecer também. Desejando não ter estragado tantas coisas boas por estar assustada ou entediada. Desejando não me importar com tudo o tempo inteiro. Desejando conhecer melhor minha bisavó e desejando não me conhecer tão bem porque isso significaria que eu sempre saberia o que podia acontecer no final. Desejando que eu não tivesse cortado meu cabelo, desejando ter 1,70m de altura. Desejando ter esperado e me apressado ao mesmo tempo. Meu último disco foi sobre um término de relacionamento e, se eu tivesse que classificar este, diria que é um álbum que fala de reatar relacionamentos. Estou fazendo as pazes comigo mesma. Compensando pelo tempo perdido. Compensando por tudo o que fiz ou pelo que nunca fiz. Fazer 25 anos foi um ponto de virada para mim, um tapa no meio dos 20 anos. Oscilando entre ser uma adolescente velha ou uma adulta completa me fez decidir ser quem eu vou ser pelo resto da vida sem um caminhão de mudança cheio com as minhas coisas velhas. Eu sinto falta de tudo do meu passado, o bom e o ruim, mas apenas porque não posso voltar atrás. Quando eu estava lá, queria sair. Tão típico. Estou falando sobre ser adolescente, sentar e falar besteiras, sem dar bola para o futuro, porque naquela época ele não tinha a mesma importância que tem hoje. Poder ser irreverente sobre qualquer assunto sem que haja consequências. Até mesmo seguir e quebrar regras… é melhor do que segui-las.

25 fala sobre conhecer a pessoa que me tornei sem nem perceber. E me desculpem por demorar tanto, mas, como vocês sabem, são coisas da vida.

Com amor,

Adele”

Adele mandou um “alô do outro lado” para ver se ainda havia alguém aqui que a quisesse de volta, e em questão de minutos ela descobriu que havia milhões de pessoas esperando por ela.  Em apenas três meses o vídeo oficial  de Hello, – o primeiro single de seu terceiro álbum-, já teve mais de 1.270.000.000 acessos no Youtube.

Todo esse sucesso poderia fazer dela uma diva, mas a verdade é que pelas ruas de Londres Adele passa quase despercebida, sempre fiel a suas raízes ela passeia em seu Mini Cooper, sem muita maquiagem, e vestindo roupas confortáveis como uma legging com um sweater sobreposto.

A fama nunca foi seu objetivo, fazer musica sim! Apesar do pânico de palco, Adele se esforça ao máximo para oferecer o melhor de si, “Meus nervos não se acalmam até que eu esteja fora do palco, eu quero dizer, pensar que alguém gastou $20 para vir me ver e dizer ‘Oh, eu prefiro escutar o CD e ela destruiu completamente a ilusão’, realmente me perturba. Eu valorizo muito que as pessoas venham me dar o tempo delas’, ela contou a revista Rolling Stones em 2012.

Em uma entrevista mais recente a mesma revista Adele foi mais além e compartilhou seus planos de carreira, e sobre um provável afastamento no futuro, o que pode soar até estranho nessa indústria “onde quem não é visto não é lembrado”, mas talvez esse seja o segredo para se fazer boa musica, para escrever canções com as quais as pessoas possam se identificar, afinal, para cantar musicas sobre a vida, você precisa vivê-la! E se essa é a receita para se manter saudável e feliz, vá em frente Adele, nós vamos continuar aqui esperando por você!

Originalmente postado no Hollywood é Aqui: Em Homenagem ao Dia das Mulheres: A Incrível Adele

 

Jenny Jaffe is a New York-based comedy writer, performer, non-profit founder, and non-comedy writer. Raised in the San Francisco Bay Area, Jenny attended NYU’s Tisch School of the Arts, where she earned her BFA in Television writing. While at NYU, Jenny was a member (And later director) of NYU’s premiere sketch group, Hammerkatz. During her senior year, Jenny was hired as a full time staff writer at CollegeHumor. She then went on to write for MTV’s Nikki and Sara Live, and developed a pilot, Love Week, for VH1 Online. In 2014, Jenny started Project UROK, a non-profit organization dedicated to combating the isolation of mental illness through funny, meaningful web content aimed at teens and young adults. Jenny is a member of the comedy group Forever Dog Productions, with whom she writes and performs regularly at The PIT. She has written for Vulture, The Washington Post, xoJane, Bustle, Reductress, and The Devastator, and her work has been featured in Playboy and Slate, among others. Along with Mara Wilson, she is the co-host of the live show Send In The Clowns at NYC’S Duplex cabaret theater. She can be seen in the upcoming feature films Jack of the Red Hearts and Punk’s Dead. She Tweets way too much (@JennyJaffe), lives in Manhattan, and really likes pandas. She feels like this was douchey, was this douchey?

Luana Mattos: What inspired to found Project UR OK?

Jenny Jaffe: Project UROK is the organization I wish had existed when I was a teenager struggling with OCD, anxiety disorders, and depression. It seemed like something I could do to help people, and I was in a lucky situation where I had the time, means, and people around me to make it happen.

L.M: Could you share with us a little bit of your personal story?

J.J: I’ve struggled with severe anxiety for as long as I can remember. In my teen years it was especially bad, though. I was officially diagnosed with OCD, and for a while it really consumed my life. I could barely go to school, I withdrew from people, I got severely depressed, and I really didn’t want to live anymore. The thing that helped me the most was hearing stories of people I admired who had dealt with similar things and come through the other side able to lead fulfilling lives. Through the treatment I’ve been privileged enough to receive, I’ve been able to accomplish so much more than I thought I would when I was sure I wouldn’t make it to high school graduation.

L.M: If you could go back in time, what advice would you give to your teenage self?

J.J: I’d tell myself some of the stories I’ve heard through doing Project UROK- that there were other people at my school going through the same thing I was. I’d tell myself that my mental illness didn’t mean I was weak or unloveable. I’d remind myself that it’s okay to need help. I’d tell myself there is so much to live for.

Jenny Jaffe headshot Alex Schaefer

Credits: Alex Schaefer

L.M: Why do you believe it’s so hard for young people to seek help, or to even admit they might have a mental health issue?

J.J: In the US, one of the biggest factors is the inaccessibility of mental healthcare. Getting help is super cost prohibitive, so even after overcoming the stigma of needing to seek help, it’s very difficult to get an appointment with someone who will accept your insurance, if you even have insurance. But that’s all because of the stigma, too- we don’t think of mental health as being as important as physical health. But it absolutely is. Many young people also come from families that can’t or won’t address their child’s mental health needs for a variety of social, economic, and cultural reasons. Young people especially are at the whim of the adults around them, and if the adults around them have a stigmatized view of mental illness, their ability to seek help is significantly decreased. Teens especially are also concerned about what their peers will think, which is why I believe that peer support communities are especially important.

L.M: What do you think of self-help books. Are they effective? Is there a particular book that helped you?

J.J: I am a big fan of anything that helps improve someone’s quality of life. I don’t think any book can replace individualized treatment, but there have been many books that have helped me through difficult times. Some I would recommend:

Radical Acceptance by Tara Brach

It’s Easier Than You Think by Sylvia Boorstein

The Panic Attack Workbook by David Carbonell

L.M: What song/singer do you listen to that psyches you up and makes you feel strong?

J.J: Right now I’m listening to Adele’s new album! I absolutely love her. I think she’s such a total unapologetic badass. I am also a huge musical theater fan, and turn to some of my favorite showtunes when I’m at a low point- I’ve listened to a lot of Funny Girl and Hedwig to psych myself up. Right now I’m all about Hamilton, though.

One of my all time favorite songs is “A Better Son/Daughter” by Rilo Kiley. It perfectly captures my experience with depression and comforted me a lot in high school.

L.M: How do you think the entertainment industry could better portray the lives and struggles of people living with a mental health condition? 

J.J: I think the media has a huge responsibility to portray people with mental illness as, first and foremost, people. Sort of in the same way LGBT+ people used to be portrayed solely as representatives of their sexuality (and sometimes still are portrayed that way, unfortunately), a lot of the time characters with mental illness are defined by their mental illness, rather than being full characters who happen to have a mental illness. I also think it’s helpful to portray heroic characters who are struggling with mental illness- at a panel I did at San Diego comic con, one fan said during the q&a that they feel like because they have bipolar disorder, they are destined to become a villain. It’s so important to have characters like Jessica Jones, or Gail Simone’s Batgirl– it’s important to show young people that they can do great things, in spite of any mental health concerns.

Mara Wilson for Project UROK:

Jenny Jaffe for Project UROK:

Buying jewelry can be considered as a guilty pleasure for some people, however, if you purchase at 31 Bits, it becomes just a pleasure, with no guilty! Because every time you make a 31 Bits purchase, you have a direct impact on women’s lives in Uganda. You are literally changing the life of many women and their families.

“Our customers are changing people’s lives through their purchases. 31 Bits is part of a movement revolutionizing the way people do business.” 31 Bits Team

What’s 31 Bits story?

Our classmate, Kallie, had just gotten back from a life-changing trip to Uganda. She met women who grew up in a war and had nothing. They were single moms with no education and no job, and they were our age. OUR AGE. Our lives couldn’t look more different.

What the women lacked in education, they made up for in skill and resourcefulness. They were making incredible jewelry out of old posters. Kallie brought a box of the jewelry back, and we fell in love instantly. We sold the jewelry to friends and ran out within weeks. That’s when it hit us. These women had a skill, but needed a market. We lived in dorms and apartments filled with people who would love this stuff! Together, we could make a business.

What is 31 Bits purpose?

Our program equips women by providing literacy education, financial and vocational training, holistic care, and strong support systems, empowering individuals to further their careers and attain social equity. We didn’t want to be just another charity selling key chains and t-shirts. We were determined to create a fashionable product that women would buy because they actually liked it. These women needed a lot more then a paycheck. They needed education, health care, and counseling. They needed to be cared for physically, mentally, and emotionally. They needed a way to be whole again.

http://31bits.com/about/team

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31 Bits started by selling at school events, craft fairs, and home parties. They’d tell their story to anyone who would listen. Eventually they started an online store and a wholesale program. Now they’re in over 300 stores and have shared their story with hundreds of thousands of people.

  • “Our goal is to empower people to rise above poverty. On top of that, we create products with exceptional quality and sophisticated design. It’s a win/win.” 31 Bits Team 

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