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"Do not conform to the pattern of this world, but be transformed by the renewing of your mind." Romans 12:2
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06.21.2016
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Não é comum que as pessoas compartilhem fotos como estas, pelo menos não quando o resultado é negativo. Caso você não saiba, essa é a única prova em que você deve tirar zero. Pela foto você pode perceber que eu passei longe disso, uma troca de marchas mal sucedida me renderam 5 pontos numa prova onde eu devia tirar no máximo 3.

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“É, não foi dessa vez,” eu pensei. E de maneira bastante confiante contei a minha mãe como estava feliz porque “tirando isso” todo o resto tinha ido bem:

Balizas Urna de votação com marca de verificação

Lombas Urna de votação com marca de verificação

Arrancadas Urna de votação com marca de verificação

Estacionamento Urna de votação com marca de verificação

Piscas Urna de votação com marca de verificação (exceto por um pisquinha que caiu e eu não reforcei)

Só que meia hora depois a ficha caiu e a garganta embargou: “Eu fracassei!” Por um detalhe, algo que podia ter sido evitado, melhor executado. Repasso toda a prova na minha cabeça, revivo tudo de novo e não posso evitar o sentimento de vergonha, eu falhei e agora terei que contar aos outros que virão me perguntar com os olhos brilhando e cheios de expectativas, como por questão de segundos eu fui reprovada no meu teste de direção.

E tal qual uma montanha russa eu fui ao chão, e tão logo fui ascendida com uma verdade irrefutável: “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos e os meus pensamentos mais altos do que os seus pensamentos.” Isaías 55:9 Os caminhos dEle são mais altos, os pensamentos dEle vão além da minha compreensão. E de fato, eu não podia compreender, até que o Senhor ministrou ao meu coração, silenciou as vozes de desanimo e acusação, e me trouxe paz!

O Senhor me trouxe a memória as meninas da ginástica artística, as quais tenho acompanhado desde a fase classificatória, tenho visto como pequenos deslizes, desequilibro e falhas de execução podem encerrar de forma dolorosa quatro anos de treinamento rigoroso. Elas só terão essa chance de novo daqui a quatro anos, isso se ainda contarem com o patrocínio que cubra o custo dos treinos, viagens, roupas e a dieta restrita a qual se submetem. Eu no entanto, daqui a duas semanas posso tentar de novo. E posso falhar de novo, e continuar tentando até que consiga. Isso não diminui o meu valor, nem minha capacidade. Isso só torna o premio mais valioso, mais importante. Porque quando eu olhar para minha CNH eu não verei apenas o meu nome, eu verei a jornada, os obstáculos, as dificuldades, as falhas, o progresso e por fim, a aprovação!

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança.” Romanos 5:3,4

Por isso quando você falhar, não seja tão duro consigo mesmo, não se auto deprecie. Nem todos passam de primeira, nem todos ganham a medalha de ouro, mas todos podem tentar de novo, e de novo, e de novo… e certamente um dia alcançarão a vitória!

Na noite da ultima sexta-feira, 5 de agosto foram declarados abertos os Jogos Olímpicos, nada descreve melhor competitividade do que as Olimpíadas. Embora os jogos ocorram de forma bastante amigável e com espírito esportivo, lá no fundo a derrota sempre abala a autoestima do atleta que está competindo.Porém, esse sentimento de derrota e vitória não fazem parte apenas das competições olímpicas, mas sim do nosso cotidiano. Minha querida amiga, Carol Major traz nessa reflexão uma visão ampla sobre superação pessoal e a importância da competitividade.

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Getty Images

O ontem morreu, por Carol Major

Lutamos constantemente com nosso interior, travamos batalhas longas e esgotantes com nossa mente; remoemos nossas falhas e problemas, transitamos em uma estrada sem fim de conflitos internos.

Escondemos nossos medos, nos sabotamos, até que um dia perguntamos a nós mesmos: Como cheguei até aqui? E é nessa busca por respostas nos sentimos ainda mais perdidos.

Vivemos em um mundo de competitividade, onde medimos nossas conquistas e desafios pelo que o outro conquistou ou venceu. Precisamos estar sempre no mesmo nível que as outras pessoas para que possamos nos sentir bem-sucedidos; sendo assim quando o resultado não é o esperado nosso grande conflito começa, cada vez com mais força e veemência.

A competitividade é essencial para vida, devemos tê-la, e admira-la em nós, porém na nossa vida e em busca de nossa felicidade, ela deve ser totalmente diferente da ensinada no mundo corporativo. Na busca por resposta devemos competir com o “nós” de ontem, aquele que quase sentiu a fita se romper em sua cintura, e no ultimo milésimo de segundo desistiu, então a competitividade pessoal volta no seu eu de hoje com mais força, para conquistar aquele um milésimo de segundo, com muito mais vontade e superando a si mesmo.

Talvez a resposta para o sucesso e felicidade não esteja tão longe, esta somente em enfrentarmos nossas lutas gratos com o que temos, e sabendo que do mesmo jeito que superamos e o que já possuímos, também iremos conseguir, apenas tentando ser melhores do que fomos ontem, persistindo, e o mais importante sabendo do que podemos desistir, pois isso também requer coragem e vitória sobre o que éramos ontem.

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De acordo com o site Publish News, o livro Como Eu Era Antes de Você da autora britânica Jojo Moyes está em 1º lugar na lista dos livros mais vendidos no Brasil (fato que se repete há alguns meses já). Mas o que há por trás dessa capa tão singela? E porque um livro tão água com açúcar gerou tanta polêmica? Talvez seja porque o final do livro deixa um gostinho meio amargo na boca… Vejamos, o tema é controverso, afinal estamos falando de suicídio assistido.

Mesmo eu sabendo com antecedência qual seria o desfecho dessa história eu embarquei nela. Como já descrevi nessa resenha, li o livro super-rápido, estava intrigada. Sabia o começo e o fim, mas minha duvida era: será que o fim seria justificado pelo meio?

Particularmente, eu gostei da proposta do livro. Não posso atestar quanto a sua veracidade, pois não tenho nenhuma experiência no assunto, mas ele certamente abriu meus olhos para os desafios que pessoas com deficiência física enfrentam diariamente. Mas o livro é só uma fatia do bolo, não é correto afirmar que ele retrata de forma ampla a realidade de todos deficientes físicos. E é ai que mora o perigo, ao assumir o risco de manter o mesmo final do livro, a “dramédia romântica” gerou bastante revolta nos fãs da autora e também nas pessoas que convivem com a paralisia.

Diante desse fato, busquei a opinião de algumas pessoas a respeito do tema principal do filme, questionando que mensagem eles acreditam que a história de Will passa para o publico em geral. Afinal de contas, o filme faz apologia ao suicídio assistido? Romantiza a morte ou apenas traz a experiência de um personagem que não soube lidar com a sua atual condição?

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Quanto a minha resposta a pergunta que fiz a essas pessoas: Eu não sei que tipo de mensagem o livro/filme irá passar para o publico em geral, e para as pessoas com deficiência física, mas o que eu gostaria que eles extraíssem do filme é que suas vidas são importantes! Quando alguém diz que gostou do livro/filme, ela não está necessariamente dizendo que concordou com a decisão do Will, e é exatamente isso que muitos estão deixando passar, a história de Will e Lou não é uma apologia ao suicídio assistido, a revolta que fica quando os créditos sobem ou as ultimas páginas viram é a mensagem principal. Se você não gostou do final, é porque você sabe que uma deficiência ou doença congênita não é necessariamente o fim, e que todos os obstáculos podem ser superados com o amor e o apoio daqueles que amamos. É impossível concordarmos 100% a respeito de qualquer coisa, então que possamos manter nossas mentes abertas para conversas como essa, que nos fazem ir além dos limites do nosso cotidiano.

Segundo dados do IBGE: 6,2% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, e ao contrário do Will, muitas delas não tem condições de pagar pelo tratamento necessário. E através da nossa contribuição nós temos a oportunidade de mostrar o quanto essas vidas são importantes para nós.

Com sorte, toda essa polêmica em torno do filme servirá para quebrar paradigmas a respeito de pessoas com deficiências físicas, e abra a nossa mente para compreendermos melhor outras realidades.

Para mais histórias inspiradoras e informações, visite:

http://www.cantinhodoscadeirantes.com.br/

 https://www.facebook.com/ACADEF/

*Agradeço a todos que gentilmente contribuíram para essa matéria. Muito obrigada!

 

Hoje tenho a honra de apresentar a vocês uma amiga muito especial, Carol Major. 🙂 A Carol é uma daquelas pessoas raras que encontrei navegando nesse vasto mar que se chama internet. Ela assim como eu ama livros e não dispensa um boa história de amor, sabendo que a maior delas é a de Deus pela humanidade. Ela também é dona de um coração enorme que se expressa através das palavras, que ela gentilmente compartilhará conosco hoje e no futuro!

Guarda-Chuva Amarelo by Carol Major

Um grande amigo meu costuma comparar algumas pessoas com chocolates… É algo engraçado para se comparar, mas não discuto, pois disso tirei uma grande lição.

Seguindo essa lógica, as melhores pessoas, as mais bonitas são como os chocolates mais caros, de marcas famosas. Desde que nos conhecemos eu já subi uma marca, isso provavelmente é bom, seguindo ainda a lógica dele. Porém há alguns dias, passando por uma docería me deparei com um chocolate, que fez parte da minha infância, não é de marca e ele tem formato de um guarda-chuva, e por incrível que pareça mesmo com todos os aumentos e variações, e todo o tempo, ele continua com o mesmo valor, financeiramente falando, e também continua com o mesmo valor sentimental pra mim.

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Lembro-me de ver esse chocolate na prateleira e ser tomada por uma nostalgia sem tamanho, me lembrei de como eu ficava feliz quando saía passear com meu avô e ele me dava um desses. Nesse momento eu desejei ser esse chocolate na vida das pessoas, e passei a entender que as pessoas que mais amo já são aquele chocolate. Na maioria das vezes queremos agradar tanto, passar uma imagem tão forte, e cheia de prepotência e aparência, que esquecemos que o que mais atrai são as coisas simples.

Que possamos passar na vida das pessoas e deixar um gosto de infância, de momentos únicos onde aparência não importa. Que as pessoas possam nos ver de maneira simples, sem grandes holofotes. Talvez não seja o mais atrativo na vitrine, mas é alguém que sempre desperta o melhor em cada um de nós. Em resumo, espero ser aquele guarda-chuva de chocolate, embalado em papel amarelo e desenhos malucos, espero ser sempre simples e não alterar meus valores, que assim seja para sempre.

Sem título

 

 

Atualização: A Emily ganhou o prêmio, muito obrigada a todos que votaram por ela! 😀

By Emily Greener, IATG Co-Founder

Eu descubro mais a cada dia porque eu faço parte do I AM THAT GIRL. Dizem que “nós ensinamos melhor aquilo que nós mais precisamos aprender” e isso não poderia ser mais verdadeiro para mim. Quando Alexis Jones me convidou para me juntar a ela para lançar o IATG, houve algo que acendeu dentro de mim que eu não pude explicar, algo que era tão poderoso que me fez abrir mão do meu grande sonho de ser atriz. Depois de anos realizando esse trabalho transformador de vidas, eu percebi que algo bem dentro de mim precisava do IATG tanto quanto qualquer outra garota.

Eu digo a você que tudo bem não estar tudo bem, mas ainda assim eu estive “bem” grande parte da minha vida. Eu digo a você que sua honestidade e vulnerabilidade são lindas, mas ainda assim eu tenho dificuldades em deixar que as pessoas me vejam chorar. Eu passei grande parte da minha vida sendo tudo para todo mundo. Eu pensava que as pessoas só gostavam de mim porque eu era leve, alegre e otimista, e em algum ponto do caminho eu me convenci de que se eu não fosse todas essas coisas, então ninguém iria querer estar perto de mim. Assim, eu nunca me permiti sentir medo ou admiti minhas inseguranças.

A verdade é que eu tenho pavor de ver os medos que eu estive escondendo de mim mesma. Tenho medo de não gostar dessa versão de mim quando eu bravamente olhar para tudo de mim – a luz e a escuridão. Eu acredito com todo o meu ser no que eu digo a todas vocês, mas então eu tento me convencer de que está tudo bem que os outros sejam vulneráveis, mas eu tenho que “manter tudo no lugar.

Esse negócio de apaixonar-se por si mesma é uma jornada ao longo da vida que continua a desafiar e me surpreender a cada dia. Significa amar as partes de mim que eu nunca soube que existia e aceitar as partes de mim que eu costumava criticar. É um trabalho duro, e é preciso mais coragem do que eu sabia que tinha.

Sem título**Para votar bastar clicar na foto, encontrar onde diz “Vote for Emily Greener” preencher um endereço de email válido, e pronto! 😉

Portanto, quando digo que estamos todas juntas nisso, eu não consigo expressar o quanto eu quero dizer isso. Não importa como alguém aparece do lado de fora, a gente nunca sabe o que está acontecendo lá dentro. Cada um de nós precisa pertencer a uma comunidade onde podemos nos sentir vistas, ouvidas e aceitas exatamente por quem somos em qualquer momento.

Algo grande está acontecendo para a nossa comunidade. Fomos indicada para o prêmio DVF. É uma honra enorme que realmente mostra o quão longe nós chegamos. Ganhar significa uma doação de US $50.000 para o IATG e a oportunidade de encontrar mulheres lendários que podem nos ajudar a alcançar milhares de meninas. Tudo o que temos de fazer é obter a maioria dos votos. Vença com a gente! Leva apenas 10 segundos. Devemos isso a nós mesmos, e umas as outras, fazer tudo que está ao nosso alcance para compartilhar o I AM THAT GIRL com o mundo inteiro.

Amor,

Emily

Originalmente postado por Emily Greener: http://www.iamthatgirl.com/10_seconds_to_change_the_world

Por Isadora Cabral, para o site “Meu Bairro POA”:

“O I AM THAT GIRL foi criado em 2008 pela Alexis Jones e pela Emily Greener. Elas são duas amigas que perceberam que não existia um espaço seguro para mulheres conversarem e serem elas mesmas. Ou porque a sociedade coloca muita pressão nelas (corpo bonito, ter filhos, casar, etc) ou porque a sociedade machista em que vivemos – além de nos cobrar todas essas coisas – também criou o mito de que vivemos em um mundo em que mulheres devem competir com as outras mulheres o tempo inteiro, criando ambientes hostis para muitas compartilharem suas verdades.

O IATG veio para mudar isso: começou como uma plataforma online onde mídias saudáveis para meninas (post de blogs sobre assuntos que importam, campanhas de empoderamento, etc) eram publicadas. Há mais ou menos 4 anos foi criado o que chamamos de sistema de grupos locais, que são os espaços seguros não só online, mas fisicos também. Esse espaço seguro físico são os encontros (mensais, quinzenais ou semanais. Depende da dinâmica de cada grupo) que cada grupo local oferece para meninas e mulheres. Um grupo é criado quando alguma menina (a idade geralmente é entre 14 e 22 anos) decide que a sua comunidade precisa desse espaço seguro para meninas. Daí é só entrar em contato com a ONG. Essa menina vira, então, a líder do grupo, recebendo da organização todo o treinamento e acompanhamento que a posição requer. Os grupos podem ser dentro de universidades e escolas ou aberto para toda uma comunidade. Por enquanto, são 171 grupos espalhados pelo mundo.Começou nos EUA, mas já está em muitos países. Quase todos os estados dos EUA tem algum grupo ativo. Além deles temos grupos no Líbano, no Egito, na Índia, no Japão, no Canadá, na França e em outros países pelo mundo.

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No Brasil, atualmente, temos três grupos ativos: um em Porto Alegre (o pioneiro), um em Recife e um em São Paulo. O de Recife é liderado pela líder Luana Fernandes e o de São Paulo pela líder Stefs Lima. Todos os grupos brasileiros tem mais ou menos um ano de vida. O IATG POA foi criado por mim em outubro de 2014. Temos um grupo com em torno de 30 pessoas envolvidas, mas com participações de em média dez meninas por encontro. Os assuntos dos encontros são variados, sempre com relação ao empoderamento da mulher e sempre focando em criar esse lugar seguro e repleto de sororidade. Em 2016, os encontros voltam no meio de janeiro, uma vez por mês, em lugar que será divulgado nas nossas redes sociais.

Hoje em dia o IATG POA além de ter os seus encontros oferece oficinas de empoderamento da mulher e campanhas como a arrecadação de absorventes para mulheres carentes em Canoas. Estamos sempre procurando projetos novos e parcerias novas que estejam dispostas em nos ajudar nessa jornada de amor próprio e sororidade. Se quiser conhecer mais ou ver onde tem grupos locais é só entrar aqui iamthatgirl.com

Para entrar em contato com o nosso grupo é só mandar mensagem no facebook I AM THAT GIRL: Porto Alegre, Brazil ou pelo instagram @iamthatgirlpoa. Ou ainda pelo email iamthatgirlpoa@gmail.com”

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