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Atualização: A Emily ganhou o prêmio, muito obrigada a todos que votaram por ela! 😀

By Emily Greener, IATG Co-Founder

Eu descubro mais a cada dia porque eu faço parte do I AM THAT GIRL. Dizem que “nós ensinamos melhor aquilo que nós mais precisamos aprender” e isso não poderia ser mais verdadeiro para mim. Quando Alexis Jones me convidou para me juntar a ela para lançar o IATG, houve algo que acendeu dentro de mim que eu não pude explicar, algo que era tão poderoso que me fez abrir mão do meu grande sonho de ser atriz. Depois de anos realizando esse trabalho transformador de vidas, eu percebi que algo bem dentro de mim precisava do IATG tanto quanto qualquer outra garota.

Eu digo a você que tudo bem não estar tudo bem, mas ainda assim eu estive “bem” grande parte da minha vida. Eu digo a você que sua honestidade e vulnerabilidade são lindas, mas ainda assim eu tenho dificuldades em deixar que as pessoas me vejam chorar. Eu passei grande parte da minha vida sendo tudo para todo mundo. Eu pensava que as pessoas só gostavam de mim porque eu era leve, alegre e otimista, e em algum ponto do caminho eu me convenci de que se eu não fosse todas essas coisas, então ninguém iria querer estar perto de mim. Assim, eu nunca me permiti sentir medo ou admiti minhas inseguranças.

A verdade é que eu tenho pavor de ver os medos que eu estive escondendo de mim mesma. Tenho medo de não gostar dessa versão de mim quando eu bravamente olhar para tudo de mim – a luz e a escuridão. Eu acredito com todo o meu ser no que eu digo a todas vocês, mas então eu tento me convencer de que está tudo bem que os outros sejam vulneráveis, mas eu tenho que “manter tudo no lugar.

Esse negócio de apaixonar-se por si mesma é uma jornada ao longo da vida que continua a desafiar e me surpreender a cada dia. Significa amar as partes de mim que eu nunca soube que existia e aceitar as partes de mim que eu costumava criticar. É um trabalho duro, e é preciso mais coragem do que eu sabia que tinha.

Sem título**Para votar bastar clicar na foto, encontrar onde diz “Vote for Emily Greener” preencher um endereço de email válido, e pronto! 😉

Portanto, quando digo que estamos todas juntas nisso, eu não consigo expressar o quanto eu quero dizer isso. Não importa como alguém aparece do lado de fora, a gente nunca sabe o que está acontecendo lá dentro. Cada um de nós precisa pertencer a uma comunidade onde podemos nos sentir vistas, ouvidas e aceitas exatamente por quem somos em qualquer momento.

Algo grande está acontecendo para a nossa comunidade. Fomos indicada para o prêmio DVF. É uma honra enorme que realmente mostra o quão longe nós chegamos. Ganhar significa uma doação de US $50.000 para o IATG e a oportunidade de encontrar mulheres lendários que podem nos ajudar a alcançar milhares de meninas. Tudo o que temos de fazer é obter a maioria dos votos. Vença com a gente! Leva apenas 10 segundos. Devemos isso a nós mesmos, e umas as outras, fazer tudo que está ao nosso alcance para compartilhar o I AM THAT GIRL com o mundo inteiro.

Amor,

Emily

Originalmente postado por Emily Greener: http://www.iamthatgirl.com/10_seconds_to_change_the_world

Por Isadora Cabral, para o site “Meu Bairro POA”:

“O I AM THAT GIRL foi criado em 2008 pela Alexis Jones e pela Emily Greener. Elas são duas amigas que perceberam que não existia um espaço seguro para mulheres conversarem e serem elas mesmas. Ou porque a sociedade coloca muita pressão nelas (corpo bonito, ter filhos, casar, etc) ou porque a sociedade machista em que vivemos – além de nos cobrar todas essas coisas – também criou o mito de que vivemos em um mundo em que mulheres devem competir com as outras mulheres o tempo inteiro, criando ambientes hostis para muitas compartilharem suas verdades.

O IATG veio para mudar isso: começou como uma plataforma online onde mídias saudáveis para meninas (post de blogs sobre assuntos que importam, campanhas de empoderamento, etc) eram publicadas. Há mais ou menos 4 anos foi criado o que chamamos de sistema de grupos locais, que são os espaços seguros não só online, mas fisicos também. Esse espaço seguro físico são os encontros (mensais, quinzenais ou semanais. Depende da dinâmica de cada grupo) que cada grupo local oferece para meninas e mulheres. Um grupo é criado quando alguma menina (a idade geralmente é entre 14 e 22 anos) decide que a sua comunidade precisa desse espaço seguro para meninas. Daí é só entrar em contato com a ONG. Essa menina vira, então, a líder do grupo, recebendo da organização todo o treinamento e acompanhamento que a posição requer. Os grupos podem ser dentro de universidades e escolas ou aberto para toda uma comunidade. Por enquanto, são 171 grupos espalhados pelo mundo.Começou nos EUA, mas já está em muitos países. Quase todos os estados dos EUA tem algum grupo ativo. Além deles temos grupos no Líbano, no Egito, na Índia, no Japão, no Canadá, na França e em outros países pelo mundo.

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No Brasil, atualmente, temos três grupos ativos: um em Porto Alegre (o pioneiro), um em Recife e um em São Paulo. O de Recife é liderado pela líder Luana Fernandes e o de São Paulo pela líder Stefs Lima. Todos os grupos brasileiros tem mais ou menos um ano de vida. O IATG POA foi criado por mim em outubro de 2014. Temos um grupo com em torno de 30 pessoas envolvidas, mas com participações de em média dez meninas por encontro. Os assuntos dos encontros são variados, sempre com relação ao empoderamento da mulher e sempre focando em criar esse lugar seguro e repleto de sororidade. Em 2016, os encontros voltam no meio de janeiro, uma vez por mês, em lugar que será divulgado nas nossas redes sociais.

Hoje em dia o IATG POA além de ter os seus encontros oferece oficinas de empoderamento da mulher e campanhas como a arrecadação de absorventes para mulheres carentes em Canoas. Estamos sempre procurando projetos novos e parcerias novas que estejam dispostas em nos ajudar nessa jornada de amor próprio e sororidade. Se quiser conhecer mais ou ver onde tem grupos locais é só entrar aqui iamthatgirl.com

Para entrar em contato com o nosso grupo é só mandar mensagem no facebook I AM THAT GIRL: Porto Alegre, Brazil ou pelo instagram @iamthatgirlpoa. Ou ainda pelo email iamthatgirlpoa@gmail.com”

De quem é a culpa?

Essa é a pergunta que não quer calar. Quando eu ouvi no começo desse ano (2015) que uma menina de 13 anos havia sido estuprada por 15 homens em São Paulo, Brasil, eu fique em choque! Mais tarde eu descobri que ela estava fugindo de casa depois de discutir com seu pai, quando um grupo de homens a encontrou e a levou para uma casa onde eles a drogaram.

O artigo original postado no site O Dia, é seguido de vários comentários de homens dizendo que por, muitos motivos, a culpa era da menina. Okay, eu concordo que uma menina de 13 anos não deveria sair sozinha a noite. Eu também concordo que ela era muito jovem para frequentar boates, que segundo o site foi o motivo pelo qual ela fugiu de casa. Essa menina, obviamente cometeu um erro, um erro do qual ela se arrependerá profundamente, mas esse erro foi: sair de casa a noite sem um adulto, o que aconteceu depois não foi -de forma alguma- culpa dela.

Então, de quem é a culpa?

Alguns culparam os pais, outros culparam a comunidade como um todo. Alguns culparam até a Presidente do Brasil, apenas algumas pessoas parecem culpar os agressores. Mas para mim isso vai mais além, isso é um problema de âmbito cultural e social.

Fonte: http://www.pereirabarreto.sp.gov.br

Créditos: http://www.pereirabarreto.sp.gov.br

Então, quem eu culpo?

Eu culpo o silêncio. Eu culpo o medo. Eu culpo cada vez que uma mulher é agredida ao nosso redor e nós cruzamos nossos braços dizendo que “isso não é da nossa conta.” Em outras palavras, eu culpo a mim mesma. Porque se nós não começarmos a assumir a responsabilidade pelo que acontece em nossa comunidade, nós não iremos lutar por justiça e mudanças.

Há alguns meses atrás eu assinei a petição para aprovar a #LeidoFeminicídio: uma lei que prevê punições sérias para aqueles que agridem ou matam mulheres. E hoje (10 de Março de 2015), eu recebi a noticia de que essa lei foi aprovada, a noticia veio através da atriz Americana Sophia Bush no Twitter, a propósito. E eu não poderia estar mais feliz em saber que o meu País está tomando medidas sérias sobre o assunto. E tudo que eu fiz foi assinar uma petição, talvez tudo que você pode fazer é compartilhar algo sobre uma campanha na internet, não importa quão pequeno seja o seu ato contanto que você haja. E quando nós agimos juntos nós podemos fazer grandes mudanças!

Diga #NUNCAMAIS para agressão sexual e violência doméstica!

Tradução do texto que escrevi para o site Americano I AM THAT GIRL: http://www.iamthatgirl.com/why_i_m_saying_no_more

Nota da autora: O mês de março é o mês da mulher! Durante todo o mês mulheres do mundo inteiro se mobilizam em busca de seus direitos, tais como igualdade e justiça. Mas a questão da violência ainda é muito forte, mesmo com leis que punam o agressores, a verdade é que a violência contra a mulher aumenta a cada dia mais, e os índices são desesperadores!

Dados nacionais sobre violência contra as mulheres:
Apesar de ser um crime e grave violação de direitos humanos, a violência contra as mulheres segue vitimando milhares de brasileiras reiteradamente: 38,72% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 33,86%, a agressão é semanal. Esses dados foram divulgados no Balanço dos atendimentos realizados de janeiro a outubro de 2015 pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR).

Dos relatos de violência registrados na Central de Atendimento nos dez primeiros meses de 2015, 85,85% corresponderam a situações de violência doméstica e familiar contra as mulheres.

Em 67,36% dos relatos, as violências foram cometidas por homens com quem as vítimas tinham ou já tiveram algum vínculo afetivo: companheiros, cônjuges, namorados ou amantes, ex-companheiros, ex-cônjuges, ex-namorados ou ex-amantes das vítimas. Já em cerca de 27% dos casos, o agressor era um familiar, amigo, vizinho ou conhecido.

Em relação ao momento em que a violência começou dentro do relacionamento, os atendimentos de 2014 revelaram que os episódios de violência acontecem desde o início da relação (13,68%) ou de um até cinco anos (30,45%).

Nos dez primeiros meses de 2015, do total de 63.090 denúncias de violência contra a mulher, 31.432 corresponderam a denúncias de violência física (49,82%), 19.182 de violência psicológica (30,40%), 4.627 de violência moral (7,33%), 1.382 de violência patrimonial (2,19%), 3.064 de violência sexual (4,86%), 3.071 de cárcere privado (1,76%) e 332 envolvendo tráfico (0,53%). Os atendimentos registrados pelo Ligue 180 revelaram que 77,83% das vítimas possuem filhos (as) e que 80,42% desses (as) filhos(as) presenciaram ou sofreram a violência.

Dos atendimentos registrados em 2014, 77,83% das vítimas tinham filhos, sendo que 80,42% presenciaram ou sofreram a violência juntamente com as mães. Saiba mais.

Fonte: http://www.compromissoeatitude.org.br

A minha pergunta quando iniciei esse texto era “de quem é a culpa”, agora minha pergunta é esta: “de que forma nós podemos mudar essa situação em nossa comunidade?” Embora essa pergunta seja desafiadora, a resposta, no entanto, é simples: seja, você, um agente de mudança!

Como mulher, respeite e coopere com as mulheres da sua comunidade, incentive o crescimento pessoal delas, convide elas a falarem dos seus problemas, e a buscarem soluções (há igrejas que oferecem esse tipo de apoio, mas também há grupos de apoio disponíveis em algumas cidades, informe-se a respeito!). Como mãe, ensine seus filhos (homens) a respeitarem e protegerem todas as mulheres. E como cristã ore. Ore muito! Esse mundo precisa de Deus, e é através de você que Deus age, portanto “seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza.” 1 Timóteo 4:12

A curto prazo, essas pequenas ações podem parecer um esforço inútil, mas a longo prazo nós veremos os resultados!

Marissa Heart has clearly proven herself to be a multi-talented actress and performer headed for stardom, and that’s just one of the many reasons why she is THAT GIRL. Check out our interview with Heart where she explains what dancing means to her, her views on healthy competition, body image and body-type diversity in dance, and how she connected with her happy and energetic character, Tara, in the movie, Breaking Through, produced by John Legend.

Luana Mattos: The IATG community promotes collaboration over competition; we know that dancing involves a lot of competition – What do you believe dancers could do to encourage healthy competition?

Marissa Heart: I think that dancers should use competition with one another to make themselves better artists and dancers, and to inspire not only themselves, but others as well! Everyone is unique in their own special way!  Competition should never be discouraging; it should be inspiring and motivational.

L.M: We live in a society that is so obsessed with perfection and beauty (especially in the media). What do you think dancers could do to start different conversations about body image and body-type diversity in dance?

M.H: I know in the dance world there are many different body types, and people have so many different opinions.  I think everyone should learn to love themselves and realize that you can make BEAUTY and ART with the body that you have been given. That’s so amazing to me.

L.M: As a dancer you spend hours in front of the mirror. What does your mirror say to you? What’s your #InnerStyle?

M.H: My mirror says to me that I am a confident and unique woman, and that I AM enough. My #InnerStyle would have to be: love the imperfections that you have had insecurities about in the past.

Marissa Heart, image via FlyGirl Photography

Marissa Heart, image via FlyGirl Photography

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A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story” is a documentary following the inspiring story of 26 year old, 58 pound Lizzie. From cyber-bullying victim to anti-bullying activist.

Born with a rare syndrome that prevents her from gaining weight (which doesn’t sound bad), she was first bullied as child in school for looking different and, later online, as a teenager when she discovered a YouTube video labeling her “The world ugliest woman”.

  • However, what they didn’t know was that who they considered “The world’s ugliest woman” was actually “The Bravest.”

The film chronicles unheard stories and details of Lizzie’s physical and emotional journey up to her multi-million viewed TEDx talk, and follows her pursuit from a motivational speaker to Capitol Hill as she lobbies for the First Federal Anti-Bullying Bill.

In her interviews, Lizzie always points out to her mom, Rita Velasquez, as her biggest influence. This strong woman never doubted for a second what her daughter was capable of, she didn’t listen to the doctors when they said that her baby wouldn’t be able to walk, talk, crawl or do anything by herself (and how wrong they were!).

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Taylor Davis is best known for flawlessly playing several violin-covers of music from video games featured on her YouTube channel “ViolinTay.” But she also has her own compositions, Davis original song “Awakening” is the perfect soundtrack of a winner; it inspires you to overcome trials and challenges, it reminds you that no matter how loud the outside voices are, your inner voice will always prevail. That voice spoke louder in Taylor’s life when she was bullied in middle and high school, that voice called when she was 8 years old, when she discovered her own truth and started her journey on the way to becoming the best version of herself.

Luana Mattos: You debuted at #10 on Billboard classical chart and have a US tour coming in September. Congratulations on that! I know that these achievements are the result of a lot of work and dedication!

Taylor Davis: Thank you so much! I feel incredibly grateful to be where I am and to have such an awesome community of people interested in supporting what I’m doing.

L.M: Could you tell us a little bit about your background and what inspired you to become a violin player?

T.D: I grew up in the Midwest in a wonderful family.  I have an older brother who got me interested in video games at a very young age and I’ve actually been a gamer longer than I’ve been a violinist.  I started playing the violin when I was about 8 years old.  I can’t ever remember being interested in playing an instrument before that age, but I suddenly became inspired to learn the violin after watching a girl play Silent Night at a special elementary school Christmas assembly.  I can still remember being in that moment and having that intense desire to start learning how to play the violin.

Image via taylordavis.com

Image via taylordavis.com

L.M: You were bullied in high school for playing the music you love. How did this experience shape you as an artist?

T.D: I was unfortunately bullied for a lot of things, not just for my music.  In middle school I was bullied both physically and verbally for my appearance and for playing video games, playing the violin and other assorted “nerdy” interests.  I didn’t feel like I had anyone in my life who really understood me so it was a pretty sad and lonely time.  I was really depressed for a few years and actually used to cut myself.  By the time high school came around I was just tired of feeling depressed so I stopped cutting and also consciously decided to stop caring what people thought of me.  I was a lot more comfortable just being myself and being independent, but I was still lonely.  Then I met someone in the first few months in high school who was just as “nerdy” as I was and who actually liked the things about me that other people used to make fun of. Even though we certainly weren’t in the “popular” crowd, we didn’t care because we both really loved hanging out with each other, playing video games together, just enjoying the things we both loved without worrying what people thought and it felt amazing.  That was Jarred, who I’ve been married to for 4 years now, and we’ve been best friends for the past 14 years.  I think the whole bullying thing shaped me more personally than artistically.  It really gave me a lot of perspective on what’s important in life and how you can be happy and love yourself even if you’re different.  I feel like I have a pretty easy time respecting and understanding people who are different from me after going through all that.

L.M: As a young artist you must get a lot of advices. What piece of advice changed your life?

T.D: Before I started posting my own videos on YouTube, I remember watching this one video that really inspired me.  It was a motivational video by a vocal coach about how so many people will just talk about wanting something, but because they’re afraid of failing they never take the actions necessary to achieve their goals.  This was specifically directed at musicians who say they want to have a career in music but have never actually done anything meaningful to put themselves out there in the world to be discovered.  Basically, you could be the world’s most talented musician, but if you never put in the effort needed to get your music out into the world for people to find it, no one will ever know or care.  It’s so true and really hit home for me at the time because I kept saying I wanted this career and that I knew I could do it, but I hadn’t actually done anything to prove that yet.  It really motivated me to get serious about creating something tangible so I could show people what I was doing instead of just talking about what I wanted to do.

L.M: Your life has changed significantly since 2010 when you started your YouTube channel. Based on that, where do you see yourself in 10 years?

T.D: It’s so hard to predict what will happen in the future, and I’ve really learned that over the last few years with the direction my career has taken.  Never in my dreams did I imagine that I would have a successful career in music, let alone the kind of career where I get to consistently work on projects I’m passionate about and share it with an amazing audience.  I don’t know where I’ll be in 10 years but I really hope that I’ll still be as happy as I am today, making new music to share with my audience and maybe have a couple of kids running around the house 😉

L.M: For many reasons you are THAT GIRL, but who is THAT GIRL in your life? Who’s your biggest female influence and why?

T.D: Thank you! THAT GIRL in my life would have to be my mom.  She’s my best female friend and we’ve always had a very close relationship.  I was very blessed having her as a female role model while I was growing up.  She’s strong, independent, adventurous, always tries to see the good in people, and has a very loving and gentle spirit.  I know I can always talk to her about anything without fear of judgment, and she has always been the biggest supporter and #1 fan of my music.

Image via youtube.com/violintay

Image via youtube.com/violintay

L.M: The IATG community promotes collaboration over competition; in a competitive world as the entertainment industry what do you believe the girls can do to balance that?

T.D: Collaboration is such a positive thing and I really believe that it can be so much more fun and rewarding to work with and learn from other girls who have similar goals than to try and compete with them.  I honestly believe there’s room for anyone who works hard to be successful in this industry, and instead of feeling threatened by girls who are talented and successful, try looking to them for inspiration and motivation in a positive way.  It’s totally fine and natural to look at another girl’s career and say “I’d like that too” but instead of getting competitive or jealous, find a way to achieve that without putting anyone down along the way.

L.M: Being in the spotlight brings many fans but, unfortunately, also haters. How do you deal with the negative comments?

T.D: I have to say I am extremely fortunate to have such an overwhelmingly positive and supportive audience because it has really made what I do very enjoyable.  Of course everyone gets the occasional nasty comment though and it can sometimes be tough to see those.  When I first started posting videos I was so sensitive to the negative comments that I could read through 100+ positive comments but would only remember the 1 negative comment.  It doesn’t make sense logically to feel that way but it was so hard for me to brush those off.  Finally, after a few years of being frustrated with feeling like that, I remember having a talk with myself and decided it wasn’t fair to be spending my limited time and energy thinking about or responding to the incredibly small amount of people who were purposely trying to make me feel bad about myself if I couldn’t give that same time and energy to all of the positive people who were trying to encourage and support me.  It wasn’t easy and I really had to train myself to get into that mindset and only focus on the positives.  Thankfully at this point those hateful comments rarely upset me, and it’s a really empowering feeling to let go of caring what the negative people think.  At the end of the day you just have to remember that haters gonna hate 😉

L.M: After all the experiences in your life what would tell your sixteen-year-old self?

T.D: That’s a tough one!  I tried to avoid practicing my violin when I was younger because I didn’t used to have fun with it but I definitely would tell her to practice her violin more haha!  I would also tell her to keep following her passions and what makes her happy regardless of what other people think.

L.M: IATG inspires girls to follow their passion, and you are definitely following yours. What advice would you give to the girls that want to pursue a music career?

T.D: I think that it’s important to always do what you love and not just what you necessarily think other people will love.  I know I could have gotten some more views or followers here and there by choosing to perform different types of music that I wasn’t as excited about, but for me personally it wouldn’t have felt genuine to perform music that I didn’t really love.  That’s something that has always been important to me, and one of the main reasons why I think people can feel really connected with my music.  It’s definitely not the easiest way to make a living sometimes, but if you’re doing something that makes you happy and that you’re proud of, it makes the tough times a little bit easier to deal with.  If you’re working hard, being the best that you can be and putting out content that you really love and believe in, people will be drawn to what you’re doing.

Check out Taylor’s music and more at http://www.taylordavisviolin.com/!

By Luana Mattos

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