Luana Mattos | Writing a better world » Emilia Clarke
"Do not conform to the pattern of this world, but be transformed by the renewing of your mind." Romans 12:2
O Retorno de Gilmore Girls – e mais, entenda o que causou o cancelamento da série.


09.14.2016
O Retorno de Gilmore Girls – e mais, entenda o que causou o cancelamento da série.
Entenda o sucesso e a polêmica por trás do filme, Como Eu Era Antes de Você.


07.20.2016
Entenda o sucesso e a polêmica por trás do filme, Como Eu Era Antes de Você.
Jurassic World vs. Exterminador do Futuro – Qual filme ganha em “empoderamento feminino”?


06.21.2016
Jurassic World vs. Exterminador do Futuro – Qual filme ganha em “empoderamento feminino”?
Arquivo da tag 'Emilia Clarke'

De acordo com o site Publish News, o livro Como Eu Era Antes de Você da autora britânica Jojo Moyes está em 1º lugar na lista dos livros mais vendidos no Brasil (fato que se repete há alguns meses já). Mas o que há por trás dessa capa tão singela? E porque um livro tão água com açúcar gerou tanta polêmica? Talvez seja porque o final do livro deixa um gostinho meio amargo na boca… Vejamos, o tema é controverso, afinal estamos falando de suicídio assistido.

Mesmo eu sabendo com antecedência qual seria o desfecho dessa história eu embarquei nela. Como já descrevi nessa resenha, li o livro super-rápido, estava intrigada. Sabia o começo e o fim, mas minha duvida era: será que o fim seria justificado pelo meio?

Particularmente, eu gostei da proposta do livro. Não posso atestar quanto a sua veracidade, pois não tenho nenhuma experiência no assunto, mas ele certamente abriu meus olhos para os desafios que pessoas com deficiência física enfrentam diariamente. Mas o livro é só uma fatia do bolo, não é correto afirmar que ele retrata de forma ampla a realidade de todos deficientes físicos. E é ai que mora o perigo, ao assumir o risco de manter o mesmo final do livro, a “dramédia romântica” gerou bastante revolta nos fãs da autora e também nas pessoas que convivem com a paralisia.

Diante desse fato, busquei a opinião de algumas pessoas a respeito do tema principal do filme, questionando que mensagem eles acreditam que a história de Will passa para o publico em geral. Afinal de contas, o filme faz apologia ao suicídio assistido? Romantiza a morte ou apenas traz a experiência de um personagem que não soube lidar com a sua atual condição?

op1op2

op3

op4

op5

Quanto a minha resposta a pergunta que fiz a essas pessoas: Eu não sei que tipo de mensagem o livro/filme irá passar para o publico em geral, e para as pessoas com deficiência física, mas o que eu gostaria que eles extraíssem do filme é que suas vidas são importantes! Quando alguém diz que gostou do livro/filme, ela não está necessariamente dizendo que concordou com a decisão do Will, e é exatamente isso que muitos estão deixando passar, a história de Will e Lou não é uma apologia ao suicídio assistido, a revolta que fica quando os créditos sobem ou as ultimas páginas viram é a mensagem principal. Se você não gostou do final, é porque você sabe que uma deficiência ou doença congênita não é necessariamente o fim, e que todos os obstáculos podem ser superados com o amor e o apoio daqueles que amamos. É impossível concordarmos 100% a respeito de qualquer coisa, então que possamos manter nossas mentes abertas para conversas como essa, que nos fazem ir além dos limites do nosso cotidiano.

Segundo dados do IBGE: 6,2% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, e ao contrário do Will, muitas delas não tem condições de pagar pelo tratamento necessário. E através da nossa contribuição nós temos a oportunidade de mostrar o quanto essas vidas são importantes para nós.

Com sorte, toda essa polêmica em torno do filme servirá para quebrar paradigmas a respeito de pessoas com deficiências físicas, e abra a nossa mente para compreendermos melhor outras realidades.

Para mais histórias inspiradoras e informações, visite:

http://www.cantinhodoscadeirantes.com.br/

 https://www.facebook.com/ACADEF/

*Agradeço a todos que gentilmente contribuíram para essa matéria. Muito obrigada!

 

Antes de mais nada quero dizer que não sou, nem tenho a intenção de me tornar uma critica de filmes, sou apenas uma telespectadora que gosta de ir mais além dos créditos finais. Tendo dito isso, prossigamos… Recentemente eu assisti dois filmes de ação, (que devo dizer não é o meu gênero favorito mas que aprecio de vez em quando), ambos os títulos geraram muita expectativa por se tratarem de uma releitura de dois clássicos do cinema: Jurassic World (2015) e Exterminador do Futuro – Gênesis (2015).

O site Rotten Tomatoes conhecido por sua credibilidade e criticas deu aos filmes a seguinte avaliação:

Jurassic World: não pode coincidir com o original por pura criatividade e impacto, mas funciona em seu próprio direito como um entretenimento – e visualmente deslumbrante – suspense de pipoca.

Exterminador do Futuro – Gênesis: atolada em sua mitologia confusa, Terminator: Genisys é uma recauchutagem cambaleante que não tem a profundidade temática, a inteligência conceitual, ou emoções visuais que lançaram esta franquia outrora poderosa.

Segundo o site, Jurassic World foi avaliado com aprovação de 79% superando os 26% recebidos pelo Exterminador do Futuro – Gênesis. Li algumas criticas e as compreendi, em matéria de ação, efeitos e expectativas elas fazem todo o sentido. Mas se levarmos em consideração outros aspectos como roteiro e veracidade, para mim o Exterminador do Futuro ganha disparado.

Em Jurassic World vemos as mulheres mais uma vez retratadas como fúteis e quase inúteis diante de uma ameaça eminente, é bem provável que eu me intimidasse diante de um mega tiranossauro com sede de sangue, mas a vida já nos deu provas suficientes que quando nossa sobrevivência está em perigo somos mais fortes do que se imagina, em Jurassic World também encontramos um roteiro vazio com frases que parecem ter sido tiradas na sorte, sendo que a maioria dos clichês saíam da boca das mulheres.  Claire Dearing, é supostamente uma gerente de operações bem sucedida que gerencia o Park dos dinossauros, logo se imagina que estamos diante de uma mulher imponente e segura de si, mas suas palavras exalam insegurança e duvida. O que em contraste com o original mostra o quanto decaímos no conceito de empoderamento da mulher. Já dizia o velho ditado, “quem muito fala, pouco faz”, nunca antes se falou tanto em empoderamento e pouco se fez a respeito.

jurassic-world-claire-dearing

Em Exterminador do Futuro – Gênesis, por outro lado, temos um filme de ação com falas precisas e bem escritas. Temos Sarah Connor, (o centro de uma historia ainda a ser explorada) que no começo é descrita como uma garçonete que carrega o fardo de saber que seu futuro não é muito promissor,  mas que surpreende a todos ao entrar em cena como uma mulher decidida e segura de si, que age quando tem que agir mas que se permite relaxar e baixar a guarda de vez em quando. Que não tem medo de demonstrar vulnerabilidade e sentimentos.

This image released by Paramount Pictures shows Emilia Clarke in a scene from "Terminator: Genisys,î the fifth film in the series created by James Cameron in 1984. (Melinda Sue Gordon/Paramount Pictures via AP)

Image released by Paramount Pictures shows Emilia Clarke in a scene from Terminator: Genisys, created by James Cameron in 1984. (Melinda Sue Gordon/Paramount Pictures via AP)

Para mim foi quase impossível não comparar a forma como esses dois clássicos de ação retrataram a figura da mulher, assim como os diálogos entre as cenas. Eu amo roteiros bem escritos, e cenas bem dirigidas onde nenhuma palavra precisa ser dita para que o filme expresse sua mensagem. Como disse, não sou expert no assunto, mas sou uma admiradora de quem sabe usar essa arte para instigar as pessoas a pensarem além de suas cabeças, e na minha opinião o Exterminador do Futuro – Gênesis soube como fazer isso de forma equilibrada.

Aos críticos de cinema, sei que o filme não atingiu as expectativas dos fãs da saga, e que não foi um sucesso de bilheteria como se esperava, mas acredito que vale a pena apostar na sequencia, pois caso contrario estarão desistindo de um enredo e elenco com muito potencial.

Concordam? Discordam? Deixe seu comentário abaixo! 😉

 

 

Depois de derramar todas as lágrimas com o fatídico final de “Como Eu Era Antes de Você”, lá estava eu inconformada, mas tentando seguir em frente… E justo quando eu pensava que Jojo Moyes não poderia me fazer lamentar mais ainda a perda de Will, decido ler a sequência do livro, apenas para descobrir que sim, Jojo Moyes ainda iria me fazer chorar.

Em “Depois de Você”, como já era de se esperar, nossa querida Lou está arrasada com a morte prematura e trágica de Will. Os traumas de assistir sua morte sem poder fazer ou dizer nada a marcaram de uma forma indescritível. Se no final de “Como Eu Era Antes de Você” nós pensávamos que a Lou iria seguir em frente, voltar a estudar e se aventurar mundo afora, “Depois de Você”, vem como um lembrete de que a vida não é um conto de fadas, muito menos depois que seu príncipe encantado desiste de viver.

 

“Depois de você, continuação de Como eu era antes de você, dá sequência à história de Lou Clark. Morando em um flat em Londres, ela trabalha agora como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. O terrível acidente a obriga a voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la. Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.”

Fonte: Editora Intrínseca

 

Assim como um acidente deu início a uma nova fase na vida de Will Traynor, outro acidente pode mudar o rumo das coisas na vida de Louisa Clark, isso é claro, se ela aceitar que a vida continua e que amar outra pessoa não diminuirá o amor que ela sente por Will.

Escrever esse livro não estava nos planos de Jojo, mas assim como a Lou não saiu das nossas cabeças após lermos a ultima página de “Como Eu Era Antes de Você”, ela também não saiu da cabeça de Jojo que pode reviver toda essa história ao escrever o script da adaptação cinematográfica do livro (que estreia dia 16 de junho no Brasil!), foi dai que surgiu a ideia de dar continuidade à história, porque uma pergunta ainda pairava no ar, “O que acontece agora?”, essa indagação somada a todos os “e ses” que surgem após uma perda deu origem a sequencia tão requisitada pelos fãs.

Quanto a minha opinião sobre o livro, confesso que esperava algo diferente no começo, mas como escritora eu sei que nem sempre temos poder sobre nossas personagens que insistem em firmar suas identidades a qualquer custo, Lou não é a mesma Lou que conhecemos, mas isso não quer dizer que ela tenha mudado na essência, o que acontece em “Depois de Você” é que vemos uma Lou que nunca se permitiu desistir, deixando-se afogar em um vale de depressão, e quando ela está prestes a dar o último suspiro tudo muda e a história ganha outro rumo.

“Depois de Você” aborda temas como: as dificuldades de seguir em frente, recomeços, segundas chances e perdão. Mas se você espera um conto de fadas e um final perfeito esse livro não atenderá suas expectativas, Jojo Moyes já provou ser uma escritora contemporânea que sabe como encontrar beleza nos dramas do cotidiano.

I finished reading Me Before You, and as you can imagine I’m in pieces. I read some reviews that warned me about the dangers of this book, and how it would break my heart, but somehow I did not think this book would have this effect on me too. I was wrong, very wrong.

I love reading, I really do! I read all the time, I read even when you do not want to read, is something I cannot control, but when it comes to books, as much as I enjoy reading stories, I’m a slow reader, it takes me weeks, sometimes months to read a book. In my defense I must say that this is because I usually read on my commute, a 30 minute bus ride, but I confess that when I’m at home, even in my spare time I rarely picked up a book to read – I have other priorities, which is almost an irony considering that in my family I’m known as “addicted to buying books,” despite not having read most of them (yet!).

Once again in my defense, I claim that every book has its time; there are books that will only be fully appreciated when read at the right time, because sometimes our mind is not prepared for what is to come. Luckily I was emotionally prepared for Me Before You, I had seen the trailer for the film adaptation, and my dear sister who had read the book before me, dropped a bombshell hard to dodge (thanks Josi). So, with the images of Sam Claflin and Emilia Clarke as Will and Lou, and Jenna Coleman as Treena in mind, there I was staring at the first page of the book which I knew would mess up with me.

Make sure to grab your copy asap!

Make sure to grab your copy asap!

Although it is tragic like most novels usually are (who has read Nicholas Sparks knows what I’m talking about), Me Before You is far from being a cliché. Instead, the author Jojo Moyes, ventures into a rather sensitive issue: assisted suicide.

“Lou Clark knows lots of things. She knows how many footsteps there are between the bus stop and home. She knows she likes working in The Buttered Bun tea shop and she knows she might not love her boyfriend Patrick.

What Lou doesn’t know is she’s about to lose her job or that knowing what’s coming is what keeps her sane.

Will Traynor knows his motorcycle accident took away his desire to live. He knows everything feels very small and rather joyless now and he knows exactly how he’s going to put a stop to that.

What Will doesn’t know is that Lou is about to burst into his world in a riot of colour. And neither of them knows they’re going to change the other for all time.”

This is the official synopsis of the book, and I will not add more information to not spoil your reading (like my sister did), I would just like to record here my affection for the characters in this book, for the beautiful love story that is told here, and the many questions that arise when the last page is turned. This is one of those books that makes you see life from another angle, it broadens your horizons and make you think of the possible, the impossible and the unimaginable.

I must add, however, that this book aroused the avid reader that had fallen asleep inside me, I read it in a week, which considering the number of pages, it’s almost a record for me, something that has not happened since Harry Potter. Jojo Moyes has a unique way of captivating the reader, of bringing you into the story and make you want to be part of it. At the end of the book all I wanted to do was to hug Lou tight, and tell her she could count on me, that I know what she was going through and that everything would be all right in the end, because the truth is that, eventually, it always does.

I watched the trailer several times while reading, in part because I wanted to have a better view of the places and characters, and also to make a brief comparison with the book. The trailer makes the story seem a little corny, but I swear it is not. Me Before You is one of the most realistic romances I’ve ever read, here there are no fairy tales, no sugarcoat, just people being who they are.

Eu terminei de ler Como Eu Era Antes de Você, e como vocês devem imaginar eu estou em pedaços. Eu li algumas resenhas que me advertiam sobre os perigos desse livro, e de como ele poderia partir meu coração, mas de alguma forma eu não pensei que esse livro teria esse efeito sobre mim. Eu estava errada, muito errada.

Eu amo ler, eu realmente amo! Eu leio o tempo todo, eu leio até quando não quero ler, é algo que não consigo controlar, mas quando se trata de livros, mesmo gostando muito de ler histórias, eu sou um pouquinho lenta, eu demoro semanas, às vezes meses para ler um livro. Em minha defesa devo dizer que isso é porque geralmente leio no caminho para o trabalho, um trajeto de ônibus que leva em torno de 30 minutos, mas confesso que quando estou em casa, mesmo nas horas vagas eu raramente pego um livro para ler – tenho outras prioridades, o que chega a ser quase uma ironia já que em minha família sou conhecida como “uma viciada em comprar livros”, apesar de não ter lido a maioria deles (ainda!).

Mais uma vez em minha defesa, alego que todo livro tem seu tempo, há livros que só serão compreendidos plenamente quando lidos no momento certo, pois às vezes nossa mente não está preparada para o que há de vir. Com sorte eu estava emocionalmente preparada para Como Eu Era Antes de Você, eu havia assistido o trailer da adaptação cinematográfica, e minha querida irmã que havia lido o livro antes de mim, me jogou uma bomba bem difícil de se esquivar (valeu Josi 😉 ). Então, com as imagens de: Sam Claflin e Emilia Clarke como Will e Lou, e de Jenna Coleman como Treena em mente, lá estava eu encarando a primeira página do livro do qual eu sabia iria mexer comigo.

Embora seja trágico como a maioria dos romances geralmente é (quem já leu Nicholas Sparks sabe do que eu estou falando), Como Eu Era Antes de Você está longe de ser um clichê, pelo contrário, a autora Jojo Moyes, se arrisca ao abordar um tema bastante delicado: o suicídio assistido.

“Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.

Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, ela consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.”

Essa é sinopse oficial do livro, e eu não vou acrescentar mais informações para não estragar a sua leitura, só gostaria de registrar aqui meu afeto pelas personagens desse livro, pela linda história de amor que nele é narrada, e pelas muitas perguntas que surgem quando a ultima página é virada. Esse é um dos livros que te faz ver a vida de outro ângulo, que amplia seus horizontes e te faz pensar no possível, no impossível e no inimaginável.

Devo acrescentar também que esse livro despertou a leitora ávida que havia adormecido dentro de mim, li ele em uma semana, o que considerando o numero de paginas, é quase um recorde para mim, algo que não acontecia desde Harry Potter. Jojo Moyes tem um jeito único de cativar o leitor, de trazê-lo para dentro da história e de fazê-lo querer ser parte dela. No final no livro tudo o que eu queria era abraçar a Lou com força, e dizer que ela podia contar comigo, que eu entendia o que ela estava passando e que tudo ficaria bem no final, porque a verdade é que de um jeito o de outro sempre fica.

Eu assisti o trailer do filme diversas vezes durante a leitura, em parte porque queria ter uma melhor visualização dos lugares e das personagens, e também para fazer uma breve comparação com o livro. O trailer faz a história parecer um pouco piegas, mas eu juro, ela não é. Como Eu Era Antes de Você é um dos romances mais realistas que já li, aqui não há contos de fadas, nem afagos, apenas pessoas sendo quem elas são.

Quer saber mais sobre a Jojo Moyes e suas obras? Visite a página dela no site da Editora Intrínseca: http://www.intrinseca.com.br/autor/110/
1 of 11