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Em Victoria, Jenna Coleman redime-se com seus fãs após saída inesperada em Doctor Who
03 de março, 2018

Para muitos fãs da série de ficção científica, Doctor Who, a despedida de Jenna Coleman foi inesperada e prematura, o que levou os fãs a criticarem o episódio em que Clara Oswald (personagem que a atriz interpretou por três temporadas) foi morta de maneira desleixada e indigna de sua personagem. Para alguns fãs a partida da personagem foi tão drástica que sequer conseguiram dar continuidade a série. E para ser honesta, o mesmo aconteceu comigo.

Em minha opinião, Clara era uma das personagens centrais de toda a história de Doctor Who, fato que ficou bastante evidente no especial de 50 anos da série, onde a personagem foi inserida na linha do tempo do Doutor desde seu episódio piloto, isso certamente significava alguma coisa, e gerou muitas expectativas para o futuro da personagem, que para minha surpresa foi simplesmente apagada da série.

O que eu não sabia, no entanto, era que a saída da personagem Clara não fora decisão dos produtores da série, e sim da própria atriz, Jenna Coleman. Coleman abrira mão da série que a apresentou para o mundo, para dar vida à lendária Rainha Victória na série produzida pela emissora ITV em parceria com o canal PBS.

Devido ao desapontamento inicial pela a partida de Coleman, confesso que no começo não tive interesse em assistir a serie, mas como fã do trabalho de Jenna eu precisava conferir a trama.

Trailer da 1ª temporada:

Em Victória, a atriz que tem belos olhos castanhos aparece com lentes de contato azuis, o que pode causar certa estranheza no começo, mas logo acostuma. Um dos requisitos que garantiram a Jenna o papel foi a sua altura, 1,57m, apenas 5cm a mais que a jovem Victoria que tinha 1,52, a altura da rainha sempre foi motivo de piada para seus opositores. Além de sua baixa estatura, Victória foi criticada por sua idade (tinha apenas 18 anos), sua descendência alemã, sua renuncia em aceitar conselhos, e, é claro, por ser mulher.

O titulo de soberana não a poupou dos diversos ataques contra a sua vida, muitas foram as tentativas de matar a rainha, mesmo na infância quando ainda criança seu nome entrou para linha de sucessão ao trono. Mas nem tudo foi drama na vida de Alexandrina Victoria (nome de nascimento), a rainha viveu um grande amor, daqueles de contos de fadas mesmo. A veracidade de sua história pode ser retratada na série graças aos diários pessoais que rainha mantinha, os quais continham relatos bem detalhados de sua vida pessoal.

A riqueza da série não se detém apenas aos lindos colares e as deslumbrantes coroas usadas pela rainha, mas sim em sua riqueza cultural, para os amantes da história da família real, a série traz detalhes históricos e político-sociais extremamente importantes, e que se comparados ao cenário atual podem alimentar longas conversas.

Fonte: http://www.imdb.com

A rainha Victoria foi uma mulher a frente de seu tempo. Mudando antigas e conservadoras leis tão logo a coroa pousou sobre sua cabeça. Considerando o legado que Vossa Majestade deixou, não me surpreende saber que quando dada a oportunidade de trazer vida novamente a lendária monarca, Jenna Coleman não tenha pensando duas vezes antes de aceitar este importante papel. Desta forma Jenna não apenas redimiu-se com seus fãs como também consagrou sua carreira como atriz!

 

Curiosidades:

Victória casou-se com seu primo materno, Alberto de Saxe-Coburgo-Gota, no inicio a união fora ideia de seus pais, mas logo eles se apaixonaram perdidamente um pelo outro.

Victória se tornou a sucessora de seu tio William IV, pois o mesmo não tinha herdeiros vivos, os demais primos e possíveis sucessores também haviam morrido. Por questões de segurança ela fora mantida isolada do mundo para evitar doenças ou que outros na linha de sucessão ao trono tirassem sua vida.

A planta aquática facilmente encontrada na Amazônia recebeu o nome de Vitória Régia em homenagem a Rainha Victória.

Victória é a tataravó da atual Rainha do Reino Unido, Elizabeth II. E a segunda a ter o reinado mais longo da historia, seu reinado durou 63 anos enquanto o de sua tataraneta tem durado impressionantes 66 anos.

Long live the Queen!

 

Para mais curiosidades: https://rainhastragicas.com/2018/01/24/vitoria-regia-16-fatos-sobre-a-rainha-vitoria-que-talvez-voce-nao-saiba/

Para aqueles que amam a história da família real, a Harper Collins lançou no Brasil o livro escrito pela criadora e produtora da série Daisy Goodwin, eu já garanti o meu!

https://www.saraiva.com.br/vitoria-a-jovem-rainha-9567526.html?sku=9567526&force_redirect=1

Luana Mattos
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Luana Mattos
O filme “As Sufragistas” nos ensina a importância do voto feminino!
21 de fevereiro, 2018

“Eu tenho um sonho”, disse Martin Luther King Jr., e ele não foi o único. Todos nós temos sonhos, mas nem todos estão dispostos a pagar o preço necessário para torná-lo uma realidade.

Tenho percebido em minha geração esta falha: temos muitos sonhos e poucas realizações. Talvez seja porque parece que tudo que havia para ser feito já se fez, talvez seja falta de criatividade para sonhar, ou talvez seja falta de convicção.

Fonte: www.google.com.br

Fazemos parte de uma geração que vive uma “metamorfose ambulante”, nossas opiniões mudam tão depressa quanto o sol nasce e se põe. Só me resta constatar que nos falta convicção para lutarmos por nossos sonhos e ideais.

Recentemente, eu assisti ao filme “As Sufragistas” – o longa estreou em 2015, mas somente há poucos dias tive a oportunidade de assisti-lo, lembro que na ocasião de sua estreia o filme teve uma boa repercussão ao redor do mundo mas, de alguma forma, passou batido aqui no Brasil, por isso achei importante destacá-lo novamente, especialmente em um ano de eleição.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-222967/

Enquanto assistia ao filme, e aos desafios que essas mulheres enfrentaram, desde prisões, greve de fome e exclusão social, diversas vezes me peguei pensando: “eu, no lugar delas, já teria desistido”. Admito que esse pensamento me fez sentir vergonha de mim mesma, e em dívida com a minha geração e com as gerações futuras. Afinal, o que eu tenho feito hoje que impactará positivamente a próxima geração?

Fonte: http://www.imdb.com/title/tt3077214/mediaviewer/rm3914132224

Essas mulheres lutaram pelos meus direitos cerca de 90 anos antes de eu nascer, elas revolucionaram a história e inspiraram mulheres no mundo inteiro, e nem sequer receberam os devidos lauréis pelos seus feitos.

No Brasil, mulheres como Celina Guimarães Viana* lutaram para que hoje nós tivéssemos o direito de votar. Muitos dos direitos que hoje nós temos custaram um preço alto aos seus pioneiros. E é nosso dever honrá-los fazendo o bom uso desses direitos. De dois em dois anos temos ido às urnas por mera obrigação, cumprimos nosso papel de cidadão de forma relaxada e negligente. Evitamos assistir ao horário eleitoral e sequer buscamos investigar o passado político e os feitos daqueles que almejam governar nossos municípios, Estados e nação.

Reconheço que o atual cenário político do nosso país está em total descrédito, mas se a nossa resposta a isso for o descaso estaremos desonrando o esforço daqueles (as) que lutaram para que a democracia e a justiça fossem uma escolha. Este ano pense diferente, se informe, leia e ouça as opiniões sobre a política e os candidatos. Valorize seu voto! Alguém pagou muito caro por ele.

Assista ao trailer do filme “As Sufragistas”:

* Celina Guimarães Viana foi uma professora brasileira, primeira eleitora do Brasil, ao votar em 5 de abril de 1928 na cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Wikipédia

Fonte: https://jornalggn.com.br/noticia/a-conquista-do-voto-feminino-em-1932

Luana Mattos
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Luana Mattos
Viajando pelo mundo sem passaporte!
05 de janeiro, 2018

Eu preciso ser honesta com vocês: eu não tenho passaporte, e a viajem mais longa que eu já fiz na vida foi até Joinville-SC (eu moro no Rio Grande do Sul). Mas, também preciso dizer que eu já viajei pelo mundo… Pelo menos na minha imaginação, através de fotos, livros, musicas e do Google Maps, é claro. Talvez isso não conte como experiência turística e cultural, mas, me trouxe muito conhecimento e ampliou minha visão de mundo.

A internet tem dessas vantagens, vocês sabem. Nós podemos viajar pelo mundo sem mover mais do que um dedo pelo cursor do mouse. Através das redes sociais eu fiz amizades ao redor do mundo, em Los Angeles, Peru, Romênia, Suíça, França, Malásia e até na Indonésia. Estas amizades são muito importantes para mim, e embora tenhamos sido unidas por nossos interesses em comum, o que realmente importa são as nossas diferenças.

Hollywood Sign, Los Angeles, United States by Daniil Vnoutchkov

 

Mount Bromo, Surabaya, Indonesia by Rachel Heng

 

Furka Pass, Obergoms, Switzerland by Nigel Tadyanehondo

Diferenças culturais podem causar uma certa estranheza no início, afinal, não estamos acostumados a determinadas crenças, vestimentas, comidas e etc… A verdade é que não precisamos abraçar estes costumes, mas devemos respeita-los. E este talvez seja o maior desafio quando se interage com uma cultura diferente.

Através da coluna Cultura e Viagens eu quero trazer até vocês algumas dessas experiências culturais vividas por mim e pelas minhas amigas ao redor do mundo. Junte-se a nós nesta viagem!

 

Luana Mattos
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Luana Mattos
“O Coaching é uma formação que gera transformação nas pessoas”, diz Clis Eberhardt.
03 de janeiro, 2018

Quando eu ouvi falar sobre o processo de Coaching pela primeira vez, admito que estava um pouco cética a respeito dessa metodologia e suas ferramentas. Decidi fazer o curso, disponibilizado de forma gratuita pela Faculdade Cesuca por mera curiosidade. Somente quando entrei na sala de aula e ouvi Clis Eberhardt falar com tanta propriedade e desenvoltura sobre o assunto que pude perceber e reconhecer a eficácia do método.

Após quatro noites (carga horária oferecida pela Cesuca) de aprendizado e aplicação de algumas das ferramentas mais conhecidas do método, eu saí de lá com algumas decisões pré estabelecidas, uma delas é justamente essa que vocês estão vendo agora: eu decidi voltar a escrever e produzir matérias, um sonho que há meses estava guardado no fundo da gaveta.

Como forma de agradecimento decidi prestigiar o trabalho da Clis, e a convidei para uma entrevista onde ela nos conta um pouco da sua trajetória e experiência no coaching.

Quando e como você descobriu que queria trabalhar com o Coaching?

Quando fiz a cadeira de Gestão de Pessoas na faculdade, no conteúdo aplicado havia a matéria do Coaching, que foi onde conheci essa metodologia. Hoje sou formada em Administração, mas antes de iniciar a graduação, tinha muita vontade de cursar Psicologia, pois entendia que desta forma poderia ajudar outras pessoas e admiro muito essa profissão. Porém acabei de matriculando e cursando Administração. Quando conheci o Coaching na cadeira de Gestão de Pessoas, fiquei encantada com o significado desta metodologia, a busca dos objetivos e autoconhecimento foram o que mais me chamaram atenção. Nesta época eu estava me sentindo meio “perdida” quanto aos meus objetivos de vida, e conhecer o Coaching me ajudou demais. Foi tão bom pra mim que resolvi buscar a formação para ajudar outras pessoas também. O Coaching é diferente de psicologia, são profissões distintas, mas com o Coaching também tem como objetivo ajudar as pessoas.

Em sua opinião, por que o Coaching tem se tornado cada vez mais popular?

Acredito que o Coaching tenha se tornado popular, pois muitas pessoas confundem o real significado desta metodologia com outras finalidades, como por exemplo treinador ou mentor, acabam falando que tudo é Coaching, mas existem muitas diferenças. Outro motivo, estão nas diversas propagandas e publicações de cursos de Coaching que estão aparecendo, sendo que muitas instituições acabam se preparando pouco para formar Coaches. O Coaching é uma formação que gera transformação nas pessoas, que envolve muita prática, por este motivo deve-se ter cuidado ao organizar uma formação desta proporção.

Como funciona o processo de Coaching?

A principal finalidade do Coaching é ajudar as pessoas a alcançarem objetivos na vida, profissional ou pessoal, sendo que o Coach (profissional) não deve dizer ao seu cliente o que ele tem que fazer. O profissional deve ouvir o seu cliente e questioná-lo, para que o mesmo encontre as suas próprias respostas dentro de si, gerando assim o autoconhecimento e o alcance do objetivo. Quanto ao processo de Coaching (life), geralmente são de oito à doze sessões, sendo cada sessão no mínimo 1h e no máximo 1h e 30 min. Os encontros geralmente são semanais ou quinzenais, conforme o acordo entre coachee (cliente) e coach (profissional). Em todas as sessões a ferramenta principal são os questionamentos e podem haver outras ferramentas de acordo com cada processo, porém sempre com perguntas instigantes e focadas. A finalidade do Coaching é ajudar as pessoas a alcançarem objetivos, ou seja, visão de futuro. Algo que a pessoa queira pra si, que vá lhe ajudar a ser uma pessoa melhor. O Coaching é um processo sigiloso, o profissional jamais deve passar as informações que recebe do cliente para terceiros.

Quanto ao Coaching Executivo, o número de sessões, a duração de cada sessão, o sigilo quanto as informações empresariais podem variar do que foi mencionado anteriormente. Estes pontos devem ser alinhados com a empresa.

Qual a diferença entre Coaching e Mentoring?

O Coaching é um processo que auxilia as pessoas buscarem objetivos através de questionamentos. Entende-se que cada pessoa tem as suas próprias respostas dentro si, porém em nosso dia-a-dia não somos instigados a buscar estas respostas, desta forma o Coaching ajuda e proporciona um autoconhecimento e o alcance do objetivo.

O Mentoring é diferente do Coaching. No processo de Mentoring o profissional precisa ter conhecimento do que o cliente busca, e contrário do Coaching, o Mentor fala de sua experiência e diz o que precisa ser feito, sendo que no Coaching o profissional não pode dar sua opinião e sim questionar.

Exemplo de Mentoria: Uma pessoa quer entender muito de vendas, quer ser um ótimo vendedor, porém ele quer mais informações de como ser um vendedor de sucesso. Neste caso, essa pessoa precisa buscar ajuda de um mentor que entenda muito de sucesso em vendas para lhe ajudar, que vai lhe dizer os melhores caminhos e a melhor forma de alcançar o sucesso desejado.

Exemplo de Coaching: O cliente busca um processo de Coaching para desenvolver sua autoconfiança. Através dos questionamentos a pessoa acaba se autoconhecendo, entende o que é importante pra ela quanto ao seu objetivo e desenvolve a habilidade desejada.

Quais os maiores desafios dessa profissão?

Acredito que temos que olhar a palavra “desafio” e entender que ela é ótima para a nossa vida, são os desafios e a busca pelos nossos objetivos que nos movem. Acredito que para todas as profissões, inclusive o Coaching, o maior desafio seja ter muita persistência, pois muitas vezes as pessoas não alcançam o sucesso por desistirem nas primeiras dificuldades.

Poderia compartilhar alguma experiência que viveu durante o processo de Coaching? (Pode ser uma experiência tanto como coach quanto como coachee)

Vou citar uma experiência que tive como coachee (cliente).

A primeira vez que busquei um processo de Coaching, foi para me auxiliar a entender o que eu desejava de verdade pra minha vida, pois muitas coisas que estavam acontecendo ao meu redor, não estavam fazendo sentindo pra mim, eu me sentia “perdida”. Com o processo de coaching, consegui adquirir o autoconhecimento e entendi muitas coisas da minha vida, sendo que o ponto mais importante pra mim, foi entender que muitas coisas das quais eu reclamava, estavam acontecendo simplesmente por eu deixar acontecer, até então eu não estava fazendo nada para mudar. O processo de Coaching me ajudou muito a mudar e desenvolver muitas coisas pra mim.

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Contato para sessões de Coaching pelo telefone: (51) 99552-9341

Luana Mattos
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Luana Mattos
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